FALO COMO CIDADÃO FALO COMO PRESIDENTE DE UMA INSTITUIÇÃO

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FALO COMO CIDADÃO

FALO COMO PRESIDENTE DE UMA INSTITUIÇÃO

por; VILLAS-BÔAS Paulo Celso
Paulo VILLAS BÔAS 6

A filosofia do Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA, esse protege o infrator, e não muda o seu comportamento. O Estado precisa sim é de atitude e cortar o mal pela raiz.

Que homens queremos para o futuro do Brasil quando ficamos à mercê de Leis e regulamentos sem que o Estado faça sua parte?

Quando colocar as prioridades absolutas dos direitos das crianças e adolescentes, temos que exigir que isso se torne uma prática, e não textos jurídicos que deixam a sociedade sob o temor dos “animais racionais”.

O mundo está imundo, pois os produtores de tóxicos mandam e desmandam como governo paralelo e o Estado de direito aceita com temor, sem uma sequer ação de contraponto em salvaguardar esses infelizes e fracos jovens. Só existem traficantes enquanto existem consumidores e essas prioridades não existem na Lei ou no ECA, e se existir nada está sendo feito.

- Prioridade no orçamento público. - Onde é que podemos acessar para ver se o governo cumpre sua parte, pois só assistimos tele jornais onde se proliferam as “Cracolândias” em todos os centros urbanos e hoje nos vilarejos e em todos os rincões desse imenso país, até mesmo silenciando os indígenas para que não amolem com suas reivindicações, mas a ação do Estado, não vemos. Isso não é tratado como saúde e periculosidade pública. Já faz parte do processo social.

- Prioridade em receber proteção e socorro. - Proteção de quem? Socorro da vítima ou do infrator?

- Prioridade do atendimento médico, se o infrator rouba, furta e logo depois do BO ele está solto, com os dedos pretos de tanto apertar o seu cachimbo e não vemos reeducação e tratamento para sua doença nesse quesito. O remédio deles é a dependência de suas drogas e não conseguem parar com o consumo, sozinhos nunca, para o governo é preferível ele ficar solto do que dar trabalho à saúde do governo, que vai muito mal, muito obrigado, imagine com drogados. Eles não têm seus espaços garantidos nessas leis, pois a família é aniquilada com eles, vendem o que os pais conseguiram por anos e anos, vendem tudo o que acham pela frente, o que podem pegar e mentir para tudo e todos, e depois é a vez de atacar os vizinhos, depois o bairro e assim por diante.

- Outra Prioridade: - Tratando dos direitos à saúde, à vida e alimentação. -  Onde? Ninguém, nem mesmo o Estado quer essas crianças, são tentativas frustradas com FEBEM e outros reformatórios sem metodologia de reeducação e muitas atividades aos adolescentes, pois a denominação “menor” cairá em desuso, dizem os juristas e os estudiosos. - A vida? - Que vida se a maioria morre antes de completar 25 anos, pelas mãos dos traficantes que cobram suas dívidas, ou pela polícia em troca de tiros por assaltarem à mão armada. - Alimentação? - Onde? - Quando? - Como isso é possível? - A Lei fala dos deveres nesse quesito que é obrigação da família. Quem assegura esse direito de fato quando pensaram em colocar isso no Estatuto.

- O direito à cultura, à educação e ao lazer. - A qual criança o Estatuto quer referir-se? - Das crianças cujos pais com um salário mínimo vão levar e buscá-los na escola e cometem um delito? Ou será que estamos falando dos adolescentes infratores drogados, onde as famílias não governam mais? - Desse último não é. Porque eles perambulam pelas ruas sem voltar para casa, ou estou enganado?   Será? Como guarnecer o potencial dessa criança e do adolescente se o Estado não se faz presente, nessas horas jogando toda a responsabilidade para a família.

- Outro item que coloca o Estatuto é a profissionalização. - Onde? - Onde mesmo? - Qual é esse meio? - O de roubar, furtar, matar, pois quando ficam algumas horas com outros delinquentes e aí aprendem muito mais as perversidades de sua nova profissão, quando não fazem três ou quatro filhos em mulheres também drogadas e assim acabam por multiplicar uma humanidade mais perversa ainda, o que esperar dessa multiplicação de seres humanos se o Estado não tomar realmente uma atitude de enfrentar o tráfico que gera mais e mais viciados como Estado de dirieto. Para mudança da miséria gasta-se milhões em bolsa família para tirar uma classe  de excluídos da linha da pobreza ou miséria como o atual governo criou o seu slogan como um marketing econômico e outros países aplaudirem? Não! É hora de encarar o problema de frente e ver que esse país ou qualquer outro só pode transformar se investir em educação profissionalizantes em artes e ofícios, cultura, esporte a esses infratores.

- O terceiro direito. - O direito à liberdade, à igualdade e ao convívio social.

A liberdade de roubar, de matar, pois se matarem sete ou oito pessoas, esses crimes não são acumulativos, eles só pegam três anos de cadeia qual seja o número de delitos com ou sem homicídios, ou quando completam 21 anos eles estão novamente em liberdade. E nós da sociedade, que pagamos os impostos, ficamos impotentes, pois quando levamos esses delinquentes para a polícia, nossos rostos, nossas vidas ficam marcadas, pois depois de soltos, com os seus comparsas voltam para revidar, os próprios policias e delegados nos avisa do ECA, eles já exclamam que temos que falar baixo, pois quaisquer palavreados ou atitudes mais enérgicas que possam tomar, estarão na mira dos advogados, os defensores do direitos humanos, os promotores de justiça, que nunca foram violentados nem sequer um dos seus parentes, levam a corregedoria para punição por esses profissionais do dito Estatuto e direitos desses infratores. Que Direitos Humanos são esses?

 

- Garantia à integridade física e psicológica, liberdade à dignidade e à convivência comunitária. - Oras! Nenhum dos senhores ficou sob ameaça de uma faca ou revólver ou mesmo desarmados por uma criança ou adolescente, pior que isso, é o cinismo em seu olhar e rindo para você, sabem de cor e salteado seus direitos eles sabem que horas mais tarde estarão soltos sem nenhuma preocupação da situação que estão passando. - A integridade física e psicológica do infrator e não da vítima, pois elas, as vítimas ficam sobressaltadas, não dormem mais direito, só imaginando que os seus algozes estejam em frente à sua casa ou nas imediações.Diz a pscicóloga Milene Veloso em umas das matérias do genero no Diário do Pará: "Ha dois tipos de reações" - "Ou ficamos indiferentes, ou nos revoltamos. Só que a revolta pode gerar mais violênciaou mobilização social. Infelizmente não passamos para o patamar das mobilizações sociais" Eu digo: Nem nem outro, acho que podemos criar uma indgnação e nos mobilizarmos como esse meu desabafo. Unidos podemos e devemos criar um movimento para que o governo possa tomar sim uma atituide. 2.014 está muito próximo.

Nós que pagamos impostos não aguentamos mais esse descaso, de Leis nas quais a ordem dos valores na sociedade foi alterada, os bons e as vítimas não têm proteção alguma, mas as mazelas da sociedade estão cheias de direitos e o Estado calado, omisso, e ainda propagam suas intervenções de últimas instâncias com tanques de guerra e tudo, e querem que nós aplaudamos, pois os ratos escaparam por todos os bueiros.

O Estatuto pede para promover e defender as crianças e sua integridade e condições de riscos. Nas metodologias lidas em seus discursos e nos artigos, mas sem nenhuma condição, pois os conselhos tutelares mendigam para as prefeituras um espaço decente, quando não é indecente, mendigam material de expedientes e uma viatura quando assim conseguem. Como fazer essa metodologia funcionar?

Quando o Artigo sexto der tranquilidade à sociedade de ter o direito de ir e vir sem medo de estarem nas ruas voltando do trabalho ou da escola, ótimo! Agora, tirar as condições desse direito dos homens de bem, só nos resta pedir para os que redigiram tais leis, Estatutos e regulamentos a sair dos gabinetes para saberem que a realidade é outra, pois isso não é lei para o terceiro ou primeiro mundo. Com delinquentes e drogas não se brinca, seja ele menor ou maior. Não existirá progresso enquanto pessoas inocentes forem atingidas por leis e regulamentos e discursos bonitos, que os estudiosos acham perfeitos e nós como cidadãos, temos que continuar com as éticas.

Não podemos separar ou falar em direitos enquanto não vermos o uso de drogas como um problema de segurança social e pública e de um problema extremo de saúde pública, pois esse ou qualquer vício não tem classe social, raça ou credo. Só teremos um país sem miséria quando enfrentarmos o problema de frente, primeiro a diminuição da maioridade penal nesse país, pois a mente de quem mata é um distúrbio irreparável, poucos se redimem dessa sina, tornam-se pessoas frias. Outra é a reestruturação das instituições corretivas, não só com elas para muitos, mas enclausurá-los com uma sólida educação, com atividades, na música, esporte, danças, nas atividades profissionalizantes, na agricultura e aqueles que têm outras aptidões que sejam inseridos com assistência médica, psicológica e depois de uma evolução de sua desintoxicação, dar assistência à família preparando-os para começar o convívio e aí sim poderem reorganizar essas famílias com bases sólidas, assim salvando vidas, muitas vidas para voltá-los à sociedade, pois o dependente até o fim de sua vida sempre será um dependente, como diz o alcoólatra, basta o primeiro gole para ter a recaída. Outros artifícios são as instituições do terceiro setor, a qual a Fundação VILLAS-BÔAS inclui-se que poderiam muito bem fazer trabalhos em paralelo com os governos. Sem essas metodologias, são meras leis. Da forma que está: O ECA, esse funciona, mas para a proteção dos maus e não para o bons e muito menos para (re)-socializá-los.

Paulo Celso VILLAS-BÔAS

Presidente da Fundação VILLAS-BÔAS

 

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O QUE ESTA POR TRÁS DE BELO MONTE?

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Foi publicado no sítio do Jornal O Estado de São Paulo “www.oestadao.com.br” no dia 04 de março, que a usina hidrelétrica de Belo Monte no Rio Xingu (PA), passará de 6 bilhões estimativa em reais de quando da primeira estimativa propagada, segundo uma fonte que teve ontem acesso à revisão dos cálculos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE),  poderá chegar à R$ 16 bi e poderá  saltar a R$. 20 bi.

Diz a matéria que, nos bastidores, empresas interessadas em participar do leilão acreditam que a obra pode chegara a  R$ 30 bi. (Leonardo Goy).

Custo justificado pela expectativa da complexidade da obra - que exigirá, até mesmo, a construção de canais artificiais.

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Plano para privatizar a Amazônia

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GOVERNO INGLÊS DIVULGA PLANO PARA
PRIVATIZAR A AMAZÔNIA.


Fonte: Folha de São Paulo – 03/10/2006.

O governo inglês, por meio de David Miliband, secretário do Meio Ambiente britânico, divulgou na semana passada no México um plano para transformar a floresta amazônica em uma grande área privada. O anuncio foi feito em um encontro realizado na cidade de Monterrey, segundo informou o jornal “Daily Telegraph”. O evento reuniu os governos dos 20 PAÍSES MAIS POLUIDORES DO MUNDO.

A proposta inglesa, que conta com o aval do primeiro ministro Tony Blair, visa proteger a floresta, segundo Miliband. O próprio político admitiu que a idéia esta em seu estágio inicial e que será preciso discutir as questões de soberania da região com o Brasil. O plano prevê que uma grande área da Amazônia passaria a ser administrada por um consorcio internacional.

Grupos ou mesmo pessoas físicas poderiam então comprar arvores da floresta.


ONG’S
ALERTA AOS MEMBROS DE ONG’S

Precisamos separar o JOIO DO TRIGO, o que nos queremos defender?

São nossas florestas?
São os índios?
Ë a flora e fauna?

Ou será nossa Soberania?

Pense nisto temos que conscientizar nossos cidadãos, ficarmos alertas nas políticas adotadas no governo e nos lobistas que manipulam nossos políticos.

De vez estarmos pensando no melhor para nossos filhos e netos não saberemos a dimensão que em um futuro que não sabemos quando vai acontecer, e que hoje escutamos as noticias e só achamos graça.

Ong’s muito cuidado.
 Ong's são fortes sim, mais tem “ONG’S” muito mais forte que imaginamos e muitos brasileiros trabalham e tem seus pensamentos voltados para seus conceitos escusos que acreditam que são nossos amigos.

Você tem dúvida?
Então leia e reflita.


Simpósio de Genebra  Suíça
Quem esteve nesta reunião e são os mandatários depois que somaram grandes somas de cifras investidas para reunião e direciona-las.
a) Lê Comitê Internacional de la Defense de I’Amazonie.
b) Inter-Amerirican Indian Istitute.
c) The International Ethnical Survival.
d)  The International Cultural Survival.
e) Workgroup for indigenous Affairs.
f) The Berna-Geneve Erthnical Institute
g) E por Este Conselho Coordenador.

Comitê Externo:

A.                    A Amazônia total cuja maior área fica no Brasil, mas compreendendo também parte do território venezuelano, colombiano e peruano, é considerado por nós como PATRIMONIO DA HUMANIDADE. A posse dessa imensa área pelos paises mencionados é meramente circunstancial. Não só por decisão de todos os organismos presentes ao simpósio, como também por decisão filosófica de mais de mil membros que compõem os diversos conselhos de defesa dos índios e do meio ambiente.

Comitê Externo:

B.
É nosso dever defender, prevenir,  impedir, lutar, insistir, convencer,enfim, esgotar todos os ecursos que devida ou indevidamente, redundem na defesa, na segurança, na preservação deste imenso território, o dos seres humanos que habitam e que são patrimônio da humanidade e não patrimônio dos paises cujos territórios, pertencentes, dizem – lhes pertencerem.

Comitê Externo:

L.
   É nosso dever garantir a preservação de território da Amazônia e de seus habitantes aborígines, para seu desfruto pelas grandes civilizações européias. Cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite critico.

L.

Alínea “C”

   Enfatizar o lado humano, sensível das comunicações, permitindo que o objetivo básico permaneça embutido no bojo da comunicação, evitando discussões em torno do tema. No caso dos países abrangidos por estas diretrizes, é preciso levar em consideração a pouca cultura de seus povos, a pouca perspicácia de seus políticos ávidos por votos que a Igreja prometera em abundancia.


L.

Alínea “E”

    Educar e ensinar a ler os povos indígenas, em suas línguas maternas, incutindo-lhes coragem, determinação, audácia, valentia e até um pouco de espírito agressivo, para que aprendam a defender os seus direitos. É preciso levar em consideração que os índios destes paises são apáticos, subnutridos e preguiçosos. É preciso que eles vejam o homem branco como um inimigo permanente.

Alínea “F”

   É preciso infiltrar missionários e contratados, inclusive não religiosos, em todas as nações indígenas. Aplicar o plano de base das missões que se coaduna com a presente diretriz, dentro do mesmo , a posição do homens todos setores da atividade publicas, é muito importante para viabilizar estas diretrizes.

L.

Alínea “G”

É preciso reunir as associações de antropólogos, sociologia e outras em torno do problema, que tal maneira que sempre necessitemos de assessoria tenhamos estas associações do nosso lado.

Declarações que merecem nosso repudio e alerta do governo e sociedade civil organizadas:

John Major, 1.992 então primeiro ministro da Inglaterra:
   

   “As nações desenvolvidas devem estender o domínio da lei ao que é comum de todo ao mundo. As campanhas ecológicas internacionais que visam a limitação das soberanias nacionais da região amazônica estão deixando a fase propagandística que pode definitivamente, ensejar intervenções militares diretas sobre a região”.

Al Gore, 1.989, vice-presidente dos EUA:

   “Ao contrario do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós”.

Mikhail Gobarche, 1.992. Ex- ditador da extinta União Soviética:

   “O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos Internacionais competentes.”

François Miterrand, 1.989. então presidente da França.

   “O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia.”

Grupo dos Cem. 1.989. Cidade do México.

   “Só a internacionalização pode salvar a Amazônia.”

Congresso de ecologistas alemães. 1.990.

   “A Amazônia deve ser intocável, pois se constitui no banco de reservas florestais da humanidade.”



Enquête:

Peço a todos internautas que façam seu login. E comente esta notícia.

O que queremos da nossa soberania?

É a soberania Nacional com nossa gerencia
 em tudo que se relaciona com o Ecossistema? Isto é indiscutível.

Ou é engessamento amazônico, que nem olhar poderá, deixando na penúria 21 milhões de amazônidas (brasileiros).

Ong’s: Manifeste seu lado de preservasionista que tem no seu coração.
De que lado você estão?
 
 
Internacionalização sim!
Mandando recursos. Sim!  Para preservarmos nossa floresta e tudo que nela vive. Sim!
Principalmente o ser humano que aqui vive, não só os índios.
Asfaltando todas as entradas para escoamento das produções, o qual setor que valha.
Todo este poderiu externo precisa de nossos minérios, precisa de plantas medicinais, de carne e produtos agrícolas para comer, e de madeiras para alta sustentação de suas indústrias moveleiras e casas pré - fabricadas.
 

Que preservasionismo é este, e de grandes instituições estrangeiras com olhos no futuro como se nossas regiões tivessem poços de petróleo que poderiam ou querem furar um dia, formando um almoxarifado internacional?


Precisamos, sim, ficar de olhos abertos e de vez brigarmos entre nós mesmos, começarmos a fazer leis mais duras com esses que se dizem preocupados com a Floresta Amazônica.


Já que querem nossa riqueza natural, que venham para cá e aqui, sim, construam suas grandes indústrias dando emprego e gerando impostos na nossa pátria.


Com isto, poderão levar somente 20 % “in natura”, no que tange a madeira, ervas medicinais que só aqui encontram pedras preciosas ou minérios para manufaturarem nos seus países.

 TEMER MOSTRA PARA QUE VEIO

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