Abaixo-assinado para levar ao Palácio do Planalto as demandas não cumpridas do Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável do Arquipélago do Marajó. (PDTSAM)

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MARIA_VILAS_BOAS_1Por Maria Vilas Bôas (Monte-Mor, SP)

Formada em Letras, Administração Escolar e Supervisão com Pós na área de educação, no Administrativo com as Ações Judiciais e parte do Tribunal de Contas.

ATÉ QUANDO O DESCASO POLÍTICO PELO ARQUIPÉLAGO DE MARAJÓ?

Nosso Arquipélago é constituído de belas matas, seres vivos em profusão e rios cheios de mistérios e encantos.

Os brasileiros são vistos de uma forma generalizada como pessoas que não sabem cuidar, aproveitar e preservar tanta riqueza onde 20% ou mais de espécies vegetais e animais do planeta estão em nosso país.

 Discordo, a verdade não é bem assim sabe por quê? Existem inúmeros exemplos de união de esforços para a garantia dessa sustentabilidade. Os exemplos os quais me refiro são ações pontuais sérias e comprometidas com resultados em pequena e média escala, mas que carregam consigo uma grande possibilidade de contribuição para a melhoria da qualidade ambiental dentro de um contexto de desordem global o qual todos estão passando.

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Existem várias iniciativas com poder de replicação, calcadas na mobilização social como a Fundação VILLAS-BÔAS com projetos significativos, inteligentes e possíveis de serem concretizados, como no Arquipélago de Marajó, porém esses projetos dependem de investimentos para alcançar resultados satisfatórios e concretos.

Ao analisar as fotos, vídeos e relatórios da realidade local os quais foram documentados pelo Presidente da Fundação VILLAS-BÔAS, Sr. Paulo Celso Villas Bôas e sua equipe, nas cidades de Muaná; Cachoeira do Arari, São Sebastião da Boa Vista, Ponta de Pedras entre outras (Pará), me deparei com muita precariedade e extrema degradação das condições de vida dos muanenses, mas também de forma geral das comunidades como: os caboclos, cafuzos, quilombolas, ribeirinhos etc. que habitam as ilhas do Arquipélago.

Fico a imaginar como os políticos desse país fazem vista grossa a tudo isso e se prometem alguma coisa é apenas em época eleitoreira, cujo principal objetivo é ‘ganhar’ votos dos paraenses, já que esse é o segundo maior Estado do país equivalente a (três Paraguais) e o mais populoso da região norte! Ah, disso os políticos sabem muito bem! Sabem também que esses projetos precisam ‘deslancharem’, para a real concretização do que é de extrema importância e urgência não apenas para a salvação do Arquipélago de Marajó, mas salvação de toda sociedade brasileira.

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Concorda que o interesse deles é bem maior nessa época eleitoreira quanto a chance de sucesso nas eleições ou reeleições num Estado como o Pará?

Tenho notado as inúmeras dificuldades dessa burocracia e politicagem tanto na esfera Estadual como na Federal desse país, quando se referem a projetos como esses, pela burocracia e morosidade por falta de vontade política pelos que dizem serem nossos representantes. Creio eu que os cidadãos do Pará também são conscientes disso, ou estou equivocada?

A Fundação VILLAS-BÔAS sabendo com clareza e com base no grande valor da dimensão biológica e na melhoria de vida dessas comunidades, tem reivindicado e batalhado arduamente num modelo de movimento ideal para o local, na perspectiva  sempre de um trabalho sério e concreto no que  se refere  a defesa e melhoria nas condições do Arquipélago e das comunidades Nele inseridas.

Portanto, a Fundação VILLAS-BÔAS não desiste e nem desistirá de seus propósitos, mesmo consciente de tantos obstáculos enfrentados, está a Fundação disposta a manter seus objetivos e continuar com suas reivindicações com importantes projetos com base no uso sustentável da biodiversidade em relação à conservação da natureza como: utilização racional dos recursos naturais e renováveis (ar, água, solo, flora e fauna) de modo a produzir maior benefício não só para a geração atual, mas manter esse potencial no sentido de garantir as necessidades de gerações futuras.

Reforço a tese de que o convívio harmonioso entre homem e natureza não só é possível, como também permite conquistas e satisfações que vão além da garantia de sobrevivência, mas ao pleno exercício da cidadania.

Entretanto, será que nossos governantes ainda ‘abraçarão’ essa tão grande e nobre causa? Vamos esperar para ver? Ou agirmos para mudar?

Se você também está indignado com as promessas não cumpridas e os descasos de planos de politicas eleitoreiras, sabem eles que nunca saíra do papel, unam-se á nós e assinem e compartilhem com a sociedade brasileira o nosso Abaixo-assinado para levar ao Palácio do Planalto as demandas não cumpridas do Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável do Arquipélago do Marajó. (PDTSAM). http://www.peticaopublica.com.br/?pi=VBMARAJO.

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LIXO – EDUCAÇÃO PARA TODOS

ALESSANDRA_HERMATHpor Alessandra Harmath -Coordenadora de Eduação Ambiental da Fundação VILLAS-BÔAS

Segundo o Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável do Arquipélago do Marajó, PDTSAM, elaborado pelo governo federal: “Fóruns municipais devem ser criados com o tema lixo e cidadania para o recolhimento e tratamento devido do lixo e demais resíduos sólidos. Quanto ao tratamento de resíduos sólidos criarem consórcios e organizar os catadores de lixo do Arquipélago.”

O problema do lixo é uma situação complicada no Arquipélago do Marajó. O governo deveria se conscientizar e fazer mutirões e oficinas ensinando ao povo e aos funcionários como trabalharem com o lixo, como separá-lo e porque separá-lo, pois o lixo que pode ser reciclável volta como dinheiro pra comunidade de catadores de lixo.

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São João da Boa Vista - Centro da Cidade, comécio e moscas, venda de carnes expostas com gancho e outros.

A foto no final do texto é de um lixão de Muaná com o lixo descartado de qualquer forma, contaminando o solo, rios, ar e consequentemente as pessoas, animais e propriedades que estão em seu entorno. Urubus vivem nesse lugar e podem trazer e espalhar doenças. A fumaça aparente são dos gases eliminados na atmosfera a céu aberto provocando um forte odor.

A Fundação e Expedição Villas-Bôas propõem à população, primeiramente, a Educação Ambiental sobre como lidar com o lixo. Profissionais habilitados montariam oficinas participativas juntamente com líderes e comunidade para discutir a problemática do lixo, abordando temas como lixo e saúde, coleta seletiva e compostagem.

Para realizar a Educação Ambiental começamos pela definição de lixo: tudo que não serve mais e jogamos fora. O dicionário de língua portuguesa define a palavra como sendo: coisas inúteis, imprestáveis, velhas, sem valor; aquilo que se varre para tornar uma casa limpa ou uma cidade; entulho; qualquer material produzido pelo homem que perde a utilidade e é descartável.

Porém, o que jogamos fora e consideramos sem valor pode ser aproveitado por outras pessoas. Por isso, devemos definir lixo como: tudo aquilo que foi descartado e que após determinado processo, pode ser útil e aproveitado pelo homem.

Os materiais que ainda podem ser usados para outros fins mesmo depois de serem descartados são chamados de materiais reaproveitáveis e aqueles materiais que precisam ser descartados, mas sofrem transformações e podem ser usados pelo homem são chamados de materiais recicláveis.

Por exemplo: uma poltrona feita com garrafas pet é um reaproveitamento, já a transformação física e química da garrafa pet em fibras de poliéster para a fabricação de tecidos para roupas é um processo de reciclagem.

Muito importante deixar claro para todas as pessoas que nós não reciclamos o lixo, quem recicla é a indústria. O que nós podemos fazer é preciclar[1] e também separar o lixo para reciclagem. Por isso devemos procurar a cooperativa de catadores da cidade ou o governo municipal e nos informarmos sobre como devemos proceder para encaminhar nossos resíduos à reciclagem.

Separar o lixo não é complicado e nem precisa separar por tipo de material, pois na maioria das cidades a coleta dos materiais recicláveis é feita por um veículo que não tem separações. Pode-se separar da seguinte maneira:

Separar o lixo em lixo seco e lixo úmido.

Lixo seco: papel, papelão, jornais, revistas, cadernos, folhas soltas, caixas e embalagens em geral, caixa de leite, caixas de papelão (desmontadas), metais (ferrosos e não ferrosos) latas em geral, alumínio, cobre, pequenas sucatas, copos de metal e de vidro, garrafas, potes e frascos de vidro (inteiros ou quebrados), plásticos (todos os tipos), garrafas PET, sacos e embalagens, brinquedos quebrados, utensílios domésticos quebrados.

Lixo úmido: cascas de frutas e legumes (lixo compostável), restos de comida, papel de banheiro, sujeira de vassoura e de cinzeiro. Para o lixo seco usar uma lata maior e para o lixo úmido uma lata menor com uma sacola de plástico de mercado (reutilização) dentro.

Não recicláveis: papel higiênico, papel plastificado, papel de fax ou carbono, vidros planos, cerâmicas ou lâmpadas.

Pilhas e baterias não podem ser descartadas no lixo doméstico, pois contém metais pesados e, quando molhadas, contaminam o meio ambiente. Ligue para o serviço de limpeza pública de sua cidade para saber se há postos de entrega voluntária para pilhas e baterias. O mesmo vale para lâmpadas fluorescentes, que possuem um vapor tóxico em seu interior.

E os materiais que não tem mercado? Pois é, há materiais que certas cooperativas não recolhem porque não encontram compradores. Neste caso teremos que encontrar outra destinação.

Lembre-se de só o lixo úmido colocar na rua nos dias e horários certos de coleta convencional. Já o lixo seco deve ser esvaziado uma vez por semana, portanto esse sempre deve estar limpo para não atrair insetos. Leve o lixo seco para cooperativa de catadores de lixo mais perto de sua casa ou se tiver coleta seletiva, respeite o dia e horário. Se em sua casa você fizer compostagem e destinar os recicláveis à coleta seletiva, pode diminuir o peso de seu lixo em até 80%, em média.

Latas de conserva são de ferro, e as de refrigerante e cerveja geralmente são de alumínio. Elas devem ser acumuladas limpas e sem rótulo. As de alumínio podem ser amassadas como uma sanfoninha, o que economizará espaço.

Como você pode verificar, separar o lixo não é difícil, porém é necessária uma boa orientação para fazer tudo direitinho. Portanto, aulas práticas e explicativas de como lidar com o lixo seriam a primeira atividade de Educação Ambiental a ser realizada nas comunidades da Ilha do Marajó.



[1] Preciclar: significa a conscientização do consumidor em diminuir a produção de resíduos logo no ato da compra. Pode fazer isso comprando matérias de natureza reciclável e biodegradável.

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Lixão em um bairro da cidade de Muaná, Caminhão e trator da prefeitura faz buraco, aflora água e depois deposita o lixão

 

 

Ilha de Marajó ou Arquipélago de Marajó?

Por: Alan Frederico Mortean

Hoje iniciaremos uma série de matérias sobre o arquipélago do Marajó, que visam levar à população brasileira, informações críticas sobre esse local tão pouco conhecido por nós. Quais seus pontos fortes? Quais seus problemas? Quais as soluções para eles?
O Pará, um dos 27 estados do Brasil, é o segundo maior deles, com uma área de mais de 1,2 milhões de quilômetros quadrados, o que equivale a cerca de três Paraguais. Possui 144 municípios, contando com o recém criado município de Mojuí dos Campos, e é o mais populoso da região norte do país, com mais de sete milhões de habitantes. Sua capital é Belém, onde vivem cerca de dois milhões de habitantes. Os principais rios que banham o estado são o rio Amazonas, rio Tapajós, rio Tocantins, rio Xingu, rio Jari e rio Pará.
O estado pode ser dividido em 12 regiões, chamadas pelo Governo Estadual de Regiões de Integração, que possuem características parecidas relacionadas à concentração populacional, acessibilidade, complementaridade e interdependência econômica, entre outros indicadores.
Nosso foco, como citado no início, é o Arquipélago do Marajó, representado pela Região Marajó, que pode ser localizada no mapa do estado do Pará a seguir.

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Figura 1: estado do Pará dividido em 12 regiões. Fonte: adaptado do Governo do Estado do Pará


Você sabe a diferença entre Ilha de Marajó e Arquipélago de Marajó?
A Ilha de Marajó é a região localizada na foz do Rio Amazonas, ou seja, na desembocadura do maior rio do planeta, e possui uma área equivalente a 25 cidades de São Paulo, configurando-se na maior ilha fluviomarinha (formada pela interação tanto com o mar quanto com um rio) do mundo. O Arquipélago do Marajó é composto por mais de duas mil e quinhentas ilhas de vários tamanhos, sendo a Ilha de Marajó a maior delas.

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Figura 2: crianças marajoaras indo á escola de barco; Fonte: acervo próprio da Fundação Villas-Bôas


Entre as onze cidades mais importantes do Pará, segundo o Governo Estadual, nenhuma se localiza na região Marajó.
O pior IDH do estado do Pará está no município de Melgaço, no Marajó, com um valor de 0,525, enquanto o IDH médio do estado é 0,720. Se fosse um país, Melgaço estaria entre os 30% com menor IDH do mundo, perto de países como Laos e Camboja. Entre os dez piores IDHs do estado, aprecem cinco cidades marajoaras! São eles, Melgaço, Bagre, Chaves, Anajás e Curralinho.
E questões relacionadas à saúde, como expectativa de vida, taxa de mortalidade infantil, número de médicos e postos de saúde? Você já ouviu falar do Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável do Arquipélago de Marajó?
Falaremos disso nas próximas matérias, e também dos níveis de educação, saneamento básico e desenvolvimento econômico da região, além do mais importante, discutiremos soluções.
Marajó, conhecer para mudar.
Fundação Villas-Bôas, seu coração batendo na Amazônia.

Referências:
Diário do Pará, Anuário do Pará 2011-2012.
Governo do Estado do Pará, www.pa.gov.br.
Idesp, Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas.
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, IDH.

ASSINEM

Abaixo-assinado para levar ao Palácio do Planalto as demandas não cumpridas do Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável do Arquipélago do Marajó. (PDTSAM)

Para:Presidente da República Federativa do Brasil

A Fundação VILLAS-BÔAS – INSTITUTO ECONÔMICO SOCIAL E SUSTENTAVEL DO BRASIL chama o povo brasileiro para levar ao Palácio do Planalto as demandas não cumpridas do Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável do Arquipélago do Marajó. (PDTSAM)

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Decretos bem elaborados com várias articulações, mas que nunca saíram do papel.

Por que, Vossa Excelência Senhora Presidenta Dilma Rousseff?

Gostaríamos de manifestar o nosso amor pelo nosso país. Mas como?

O Arquipélago do Marajó é uma das regiões mais belas do território brasileiro, mas possui o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Estado do Pará.


Esse Plano poderia mudar a vida de muitas pessoas e promover a sustentabilidade desse arquipélago, através da injeção do prometido 2 bilhões de reais em todo seu território. Nada foi feito, não é? - Mas o governo gastará mais do que 30 bilhões com a Usina de Belo Monte e mais de 40 bilhões de reais nas Olimpíadas do Rio de janeiro. Para a Copa no Brasil, estimativas falam em mais de 80 bilhões de reais, que o país honrará não é?

Senhora Presidente, seria tão difícil destinar um montante insignificante diante deste destinado a essas obras faraônicas para fazer algo certo e significativo como o PDTSAM? Por que não honrar o que fora prometido?


O Decreto presidencial de criação do plano (julho/2006) foi assinado por 18 instituições federais, dentre elas 12 ministérios e 20 instituições da alçada estadual, sendo 18 secretarias de Estado.


Todo o Arquipélago seria beneficiado, 190 ações de suma importância estariam sendo realizadas se os recursos fossem liberados.


O Arquipélago do Marajó hoje sofre com surtos de malária, prostituição infantil, tráfico humano, tráfico de drogas, falta de estrutura em serviços básicos como saúde, saneamento básico (praticamente inexistentes), difícil acesso a água potável e educação, resultando num engessamento ambiental, social e econômico dessas populações.


O que falta para esses projetos serem executados? Eleições? Simplificar a burocracia dos processos? Ou vontade política séria?

A área do PDTSAM compreende 16 municípios do Marajó: Cachoeira do Arari, Chaves, Muaná, Ponta de Pedras, Salvaterra, Santa Cruz do Arari, Soure, Afuá, Anajás, Breves, Curralinho, São Sebastião da Boa Vista, Bagre, Gurupá, Melgaço e Portel o que equivale a uma extensão territorial de 104.140 km². O produto interno bruto (PIB) do Marajó é igual a R$ 2.264, sendo inferior a média do estado. A média do Pará é de R$ 4.992.


Todas as cidades possuem outros problemas, além do PIB baixo, como, por exemplo, a cidade de Breves, onde o Senhor ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva esteve anunciando o Plano.

Nessa cidade, estima-se 10.000 desempregados devido ao fechamento de algumas fábricas, já que seus projetos de manejo foram bloqueados pelas novas Leis Ambientais, como a extração de palmitos. Falta de planejamento? Isso sem mencionar as mais longínquas comunidades dos centros urbanos desse arquipélago, totalmente abandonados.


Repudiamos o descaso dos governantes e conclamamos todos os brasileiros comprometidos com a democracia, com os direitos humanos, com o progresso social e a sustentabilidade e com a construção de um país mais solidário e fraterno a se mobilizarem para que possamos levar nosso manifesto ao Palácio do Planalto e lutar por um Marajó desenvolvido e visível aos olhos do Brasil.

(http://www.integracao.gov.br/c/document_library/get_file?uuid=9408a880-6ec0-4be0-9cb7-feb01c4a6256&groupId=24915 )

( http://www.amam-marajo.org/noticia_detalhes.asp?codigo=439 )

Fonte: Belo Monte:

(http://oglobo.globo.com/ece_incoming/o-custo-de-belo-monte-2901172).

(http://www.portal2014.org.br/noticias/7676/CUSTO+DA+OLIMPIADA+DO+RIO+QUASE+DUPLICA+EM+DOIS+ANOS.html).

http://esporte.uol.com.br/futebol/copa-2014/ultimas-noticias/2011/06/29/copa-no-brasil-podera-ser-mais-cara-do-que-todas-as-outras-juntas.htm

Meus Amigos,

Acabei de ler e assinar este abaixo-assinado online:

Você conhece os projetos da Fundação VILLAS-BÔAS? Quer ajudar? Entre no portal, conheça a Fundação, seus projetos, sua missão e colabore com doações e/ ou voluntariado para concretizá-los.


Declare conosco:


«APÓIO AS AÇÕES DA FUNDAÇÃO VILLAS-BÔAS E QUERO QUE TODOS AJUDEM A EXPEDIÇÃO VILLAS-BÔAS A MOSTRAR O BRASIL QUE POUCOS BRASILEIROS CONHECEM, www.expedicaovillasboas.com.br. »

Eu concordo com este abaixo-assinado.

Assinam os signatários. Favor clicar no link abaixo e encaminhe aos seus amigos

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=VBMARAJO

Os signatários

 


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