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PROJETO - Expedição VILLAS-BÔAS sobre duas rodas pelo Brasil

Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil sobre duas rodas

FUNDAÇÃO VILLAS-BÔAS   -   PORQUE INVESTIR

A Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil sobre duas rodas

O projeto "Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil" nasceu em 2005, oriundo do antigo sonho do fundador em seguir a tradição dos "VILLAS-BÔAS". Não se espelha em experiências anteriores visto que se trata de projeto mais abrangente, não se focando somente no sertanismo e indígenismo. Hoje, as necessidades do Brasil são o conjunto socioambiental. Esse projeto pretende levar ao povo brasileiro, e principalmente aos povos indígenas o desenvolvimento socioambiental em toda a sua estrutura, atendendo ao tripé básico: a economia, o homem e a natureza. Na falta de um desses elementos, todas as tentativas de sucesso tornam-se apenas "meros discursos".

Esse grande empreendimento visa identificar os problemas existentes e aperfeiçoar suas soluções. Trata-se de projeto de levantamentos de dados e de execuções pontuais.

A expedição é investigativa, e levada suas demandas para vários órgãos, e instituições de ensino, com o apoio do Governo Federal, e fomentado pelo BNDS, Caixa Econômica, e outros apoiadores, como descriminamos abaixo.

Está dividida em quatro etapas, contendo cada uma delas várias fases para que possamos percorrer grande parte das cidades do Brasil, e as comunidades indígenas que demandar suas necessidades econômicas.

Estamos convencidos de que o "ambiental" deve estar em parceria com o "social". A educação, a cultura, a assistência sanitária devem alicerçar a sustentabilidade. A exploração científica não deve ser isolada dos fenômenos sociais.

Levantamento de dados: será realizada uma pesquisa exaustiva de dados relativos às condições de vida e sobrevivência da população, para elaborarmos e buscarmos os meios de melhoramento e soluções eficazes a curto, médio e longos prazos.

 

  1. - TÍTULO DO PROJETO:

Expedição VILLAS-BÔAS sobre duas rodas pelo Brasil

 

 

A Expedição VILLAS-BÔAS sobre duas rodas pelo Brasil é um projeto de âmbito nacional, resultado da proposta de atuação da Fundação VILLAS-BÔAS,  visando implantar soluções para mudanças comportamentais do homem sobre o meio ambiente, com foco principal nos indígenas e outras comunidades identificadas na sociedade civil organizada.

Inúmeras famílias passam necessidades básicas em grandes áreas demarcadas, ou não, habitando em coletividades, isolados dos conhecimentos externos, em muitos casos sobrevivem de pesca, caça e extrativismo e, dessa forma, há má qualidade de vida, adoecendo com mais facilidade, mesmo que muitas das vezes tendo circunvizinhos com alta produtividade e com tecnologia de ponta.

A expedição visitará cidades e áreas com potencial de exploração do turismo nacional e internacional, dando ênfase nas comunidades indígenas, registrando em vídeos que serão disponibilizados nas redes sociais em nosso canal do  YouTube.

Com programações agendadas pelos Clubes de Motociclismo e outros parceiros faremos o mapeamento das ações em suas regiões com foco a propagar as potencialidades que a sua cidade e região oferecem mostrando assim o lado positivo do nosso país, que o mundo irá acompanhar por vídeos, mídias e redes sociais, pois de contratempos, hesitações, estamos na sua exaustão máxima.

  1. QUEBRA DE PARADGMAS A SEREM ENFRENTADOS

Os povos indígenas, em geral, têm suas especificidades e particularidades, desse modo apresenta imensas potencialidades para promover inúmeras ações e contribuição com Estado Brasileiro, ainda que enfrentem diversas barreiras.

Primeira: A vulnerabilidade de cada etnia pelas suas localizações geográficas, sem bons acessos terrestres, ou com altíssimos custos com combustíveis nas locomoções em rios para escoar suas produções, ou artesanatos, e assim ficando dependentes de terceiros que acabam gerando situações caóticas, pois os prestadores de serviços de rota cobram altíssimos valores para que essas produções cheguem à cidade.

Segunda: Os indígenas são desacreditados em suas capacidades. Enfrentam problemas que vão além do interesse político e de associações nacionais e internacionais, além dos entraves burocráticos aparelhados dentro e fora do governo para o seu desenvolvimento humano. Desse modo não há acesso aos investimentos para empreender ações de sustentabilidades econômicas.

Terceira: O isolamento total, em muitas regiões do país, não tendo acesso à comunicação telefônica ou via internet para a integração e inclusão de conhecimentos e convivências, que em muitos casos eram de responsabilidades dos órgãos competentes,

Quarta: A falta de perspectivas gera o êxodo de muitas famílias, em muitos casos ficam vulneráveis ao alcoolismo, prostituição, drogas, crimes, e facções por se tornarem fáceis de serem aliciados deixando suas aldeias vulneráveis.

Quinta: Não há uma legislação eficaz para que eles possam requerer seus documentos civis identificando a etnia a que pertencem, fator que além de gerar mais discriminação, os isolam ainda mais de seus direitos enquanto cidadãos brasileiros.

Sexta: Com a ocupação de terras no entorno das terras indígenas, a caça e a pesca vem ficando cada vez mais escassa, gerando assim a importância de encontrar novas alternativas econômicas como produção agrícola e inplemento da agrossilvicultura.

3.1 - OBJETIVO GERAL

O objetivo principal será a elaboração de propostas para as comunidades indígenas com soluções dos paradigmas econômicos apresentados, e também outras propostas para formação destes coirmãos visitados para que haja essa mudança comportamental, sem, entretanto ferir sua cultura milenar e as suas identidades, que respeitosamente serão preservadas.

Promover a conscientização da produção de espécies vegetais de ciclo curto, médio e longo, sem descaracterizar aquelas culturas próprias de domínio de cada agricultor que será motivado a trabalhar para a melhoria da coletividade, com assistência dos órgãos envolvidos e do sistema financeiro, para fomentos necessários, com a implantação de um novo modelo de produção para beneficiar essas comunidades, ou outras demandas que solicitarem paralelamente, outras culturas para formar a cesta básica florestal dos envolvidos da região.

 

  1. – OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 - Contribuir para elevar a oferta de demandas criadas para a conservação das florestas, juntamente com áreas a serem exploradas para a agricultura, ou outras demandas de acordo com as legislações do país, sendo que façam o reflorestamento em áreas alteradas, e degradadas, e o corredor ecológico que irá consorciar com a agricultura.

 - Fortalecer o programa do Governo Federal de recuperação de áreas degradadas na Amazônia, ou nos biomas específicos com uma economia ativa;

 - Contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do agricultor amazônico e de outros Estados especialmente os de base familiar com ampliação de alternativas de subsistência a partir de um modelo de produção de base florestal;

- Concomitantemente, é levar nessas mudanças de comportamento com o Saneamento básico, uma educação diferenciada.

 

3.3 – OBJETIVOS NA BUSCA DE PARCEIROS

Encontrar soluções com as instituições de pesquisas a níveis municipais, estaduais e nacionais do país, juntamente com as Instituições de Pesquisas, Universidades, EMBRAPA, SENAR, SESI, SEBRAE, IBAMA, Polícia Federal, Cooperativas e Associações, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Lions Clube, Rotary Clube, Clubes de Motociclismo em âmbito nacional, Governo Federal e FUNAI e o Setor empresarial que puderem associar-se ao projeto.

 

3.4 – ESPECÍFICO PRINCIPAL

Dentro dessas propostas que serão apresentadas, estarão às organizações entre caciques e lideranças indígenas, a organização com a comunidade, a preservação, e conservação da floresta com manejo de produção, juntamente com áreas agricultáveis, pastoris com a comercialização dessas demandas encontradas, havendo viabilização do manejo e produção da mudança do comportamento econômico, e introdução do seu potencial na sociedade, mas não o aculturamento do indígena, a bio- construções, e o eco turismos nas aldeias indígenas.

4. -  AÇÕES

  1. - Implantação e fortalecimento do associativismo e cooperativismo;
  2. - Formação de grupos de coleta de sementes;
  3. - Assistência técnica permanente aos agricultores familiares;
  4. - Produção de mudas e preparo da terra.
  5. - Qualificação para inseminação e capacitação de Oleicultura, Fruticultura
  6. - Capacitação para manipulação com Meliponicultura.
  7. - Capacitação para piscicultura.
  8. - Outras demandas econômicas que estão buscando
    1. Acompanhamento do projeto da parceria de cada região que se disponibilizar a executar enviando relatórios para Fundação VILLAS-BÔAS que serão acompanhados pelas mídias e pelo portal da Expedição VILLAS-BÔAS.

  

O5. - ORIENTAÇÃO TÉCNICA AOS AGRICULTORES

5.1 - Dar assistência técnica aos agricultores, visando atingir uma melhor produção para o curauá, ou outra espécie fibrosa, mandioca, fruticultura, grãos e para as outras culturas que comporão o sistema Agroflorestal.

5.2 - Conscientizar os pequenos agricultores familiares dessas comunidades sobre a importância de aumentar sua produção e, por conseguinte, a renda, sem abrirem mão de suas vocações para a prática de determinadas culturas que lhes são de interesse e domínio próprio.

5.3 -  Fortalecer as Cooperativas, orientando-os para as questões relacionadas ao comércio das culturas que fazem a inovação tecnológica, intermediando a compra e a venda dos produtos, observando as melhores ofertas.

 

6 -     LOCAL DE EXECUÇÃO

        

 ÁREAS INDÍGENAS NO BRASIL  RODOVIAS FEDERAIS

A aérea de atuação será em todo território nacional promovendo reuniões e apresentações em cidades, nas universidades, eventos, descobrindo e conquistando novos parceiros propagando os projetos elaborados com a ajuda dos mantenedores e dos apoiadores.

7. -  Atividades Desenvolvidas:

Área de atuação e principais atividades fins

Juntamente com os parceiros envolvidos em projetos perenes, as atividades serão inicialmente voltadas para essas comunidades com a produção de mudas, grãos, plantas medicinais, plantas agricultáveis, frutíferas e florestais de qualidade, fornecendo mudas e sementes para que fomente a economia de subsidência, e para que com uso de tecnologia possa alçar novos vôos contribuindo para a qualidade de vida.

8. - BENEFÍCIOS ESPERADOS

Com o projeto executado todos sairão ganhando:

- A executora do projeto, pois dará condições para que a sociedade brasileira possa conhecer todas as regiões visitadas, por meio de vídeos que serão postados no canal de YouTube e redes sociais oferecendo a condição de interagir pelos chats, além de conhecer o que o país tem de melhor a oferecer para sociedade brasileira.

- As comunidades, pois terão a oportunidade de adquirir conhecimento e vislumbrarão mais projetos perenes com sucesso pleno. Despertando por novos projetos.

- As cidades e regiões que serão visitadas com o apoio dos Clubes de Motociclistas e/ou outras entidades parceiras que nos recepcionarão com programações agendadas para exposições, palestras, e pontos turísticos e isso tudo será divulgado nacionalmente.

– Os mantenedores, parceiros e apoiadores, que terão suas marcas divulgadas quando houver cobertura jornalística em televisão, rádio, jornais, revistas, redes sociais, canal do YouTube, no portal da Fundação VILLAS-BÔAS; além de poder distribuir brindes, divulgando seus produtos, com faixas, banner’s e outros meios que julgarem pertinentes.

9. - BENEFICÍOS ESPERADOS EM DIVERSOS ÂMBITOS

Sabe-se que a mudança de comportamento do homem na sociedade (relação humana) e no que diz respeito ao meio ambiente está diretamente ligado à consciência que deve ter do seu exercício de cidadania e ao valor de sua mão de obra para que ele possa beneficiar-se de fato dos preceitos da dignidade humana, preservando seus direitos sem a demagogia e sem confundir a liberdade de expressão e que fogem em muito a manutenção da unidade familiar, como exemplo:

Haverá uma mudança em todos os segmentos com esse projeto, quer no campo, com a regeneração das áreas alteradas e degradadas, a legitimidade de que os verdadeiros excluídos da sociedade sejam respeitados como seres humanos, com condições de gerar renda e emprego e poder cursar escolas de artes e ofícios com inclusão digital, no bem-estar com princípios básicos de saúde e saneamento, pois tudo isso só é factível quando chegam os recursos financeiros aos menos favorecidos, principalmente em lugares inóspitos, que por falta de escolaridade/educação e pelo desconhecimento das causas e efeitos de seus problemas são as grandes vítimas do sistema.

 

10. - PRINCIPAIS ATIVIDADES E RESULTADOS A SEREM GERADOS

Estabilização de um novo modelo de desenvolvimento autossustentável, compatível com a preservação do Meio Ambiente do Brasil Equatorial, criando mecanismos com métodos adequados à situação brasileira para progredir naturalmente com a força do mercado interno e garantido comércio para os produtos da agricultura/extrativismo tropical (frutos) e turismo eco-naturalista com observatório para rastreamento da vida na natureza.

Este projeto cultural e econômico-ambiental, de curto, médio e longos prazos, propõe criar um mecanismo institucional que garantirá a continuidade e a operacionalização de ações conjuntas, visando atender objetivos regionais, nacionais, empresariais e mercadológicos comuns.

Propõe também contribuir, fomentar e acelerar o processo de mudança e evolução cultural-turístico e econômico-social permanente, voltado para todos os Estados especialmente para a região Norte do Brasil, com ajuda e a autoajuda, completando os esforços próprios da região, mas sem substituí-los.

Incentivo e animação do desenvolvimento das forças criadoras do indivíduo, em vez de sufocá-las em tutela, apoiando assim as ações de política econômica desenvolvidas pelo Governo Federal, que entre outros objetivos, visam a diminuir as disparidades regionais e o crescimento da região e que promoverão o equilíbrio social e a concretização de uma vida mais justa no ramo dos direitos humanos.

Fomentar assim a MUDANÇA de administração, ainda bem colonial, para uma mais moderna e adaptada às necessidades contemporâneas, que estão constantemente em evolução, contribuindo ativamente na preservação e conservação do meio ambiente.

Fazer publicidade para o país em geral, mostrando que o nosso país é sério, divulgando nossa responsabilidade socioambiental com agricultura familiar, agroflor

estal gerando divisas com as frutas certificadas e seus mais amplos eventos turísticos e culturais, os quais pouco consumirão divisas do Banco Central do Brasil.

Lançar um “Selo de Garantia”, visando à conquista do mercado com bens de alto padrão e assegurando ao consumidor nacional e europeu a excelente qualidade dos produtos brasileiros, que seria garantida por nossa entidade jurídica sediada em Mônaco.

Criar meios que venham a fomentar a assistência técnica da educação básica de crianças da comunidade, bem como para formação profissional básica e aperfeiçoamento, fundamentalmente nos setores de artesanato, agricultura, serviços sociais (hotelaria, turismo, saúde, nutrição natural, etc.) e economia doméstica, além de promover junto à opinião pública a valorização de institutos do ensino politécnico existentes no Brasil, levando esses institutos mais próximos ao campo.

Procurar um diálogo permanente com os demais ramos econômicos, administração pública e essencialmente as entidades dos setores culturais, para poder articular simultaneamente entre elas e as classes sociais brasileiras.

Estabelecer uma linha de cooperação com organizações congêneres na Europa, voltadas para ajudar a região em desenvolvimento, podendo assim muitas vezes melhor integrar a população à autoajuda com um desempenho maior que o dos organismos governamentais.

Criar, estruturar e operacionalizar uma Unidade de Negócios na Região Brasil Equatorial, mantendo e realizando contatos e intermediações, especialmente de interesses econômico–comerciais entre organizações e empresas privadas e/ou públicas nacionais e/ou estrangeiras.

Contribuir na sistematização e intensificação/ampliação da cooperação bilateral, com ênfase nos segmentos-chave para alavancar o desenvolvimento rural sustentável, como a agroindustrialização, profissionalização (artes & ofícios), turismo em terras indígenas e cooperativismo, sendo que as questões ambientais e ecológicas, também, naturalmente fazem parte desse contexto.

11. - MELHORIAS ESPERADAS

A reversão substancial da realidade em curso nas regiões a serem beneficiadas pelo projeto, cujas melhorias mais sensíveis a curto prazo serão a instalação de um processo inédito no Brasil, que é o de associar o reflorestamento à valorização do homem do campo com uma mudança de comportamento desse binômio, que irá proporcionar ao agricultor além de maiores conhecimentos sobre as plantações tradicionais de seu domínio, outras que poderão ser utilizadas de maneira fáceis e práticas como as culturas de curto prazo representadas pela mandioca, arroz, milho, feijão, jaborandi, ipeca, além daquelas que fazem parte das culturas de ciclo médio e longo. Pela importância e exigência atual do mercado será dada uma atenção especial.

 

11.1 – Mudança de comporamento

Com esse projeto temos a esperança de que as comunidades serão qualificadas profissionalmente, passarão a ter seu trabalho próprio, a auferir rendimentos sem precisar de Bolsa-Família, a receber atualização e assistência técnica periódica e sistematicamente, a contar com elementos objetivos para elevação de sua autoestima, a vivenciar necessidades e oportunidades concretas de convívio profissional, social, participativo e compartilhado.

Além disso, há que considerar, também, a concepção fortemente demonstrativa inserida no Projeto Itinerante.

Espera-se que isso induza um bom número de comunidades indígenas a iniciarem seus empreendimentos por conta própria, motivados e orientados por seus vizinhos e instituições parceiras.

11.2 - Módulo de Desenvolvimento Psicossocial

Só é possível a socialização e criação de cidadania por meio do sistema de integração da família; e com as famílias, por meio de cooperativas e associações, em que na busca de uma dinâmica todos saem ganhando, com estímulo à educação e cultura, com conhecimento de muitas outras atividades e rentabilidade de processos produtivos e agregando os valores em paralelo com a atividade maior que é a conservação com responsabilidade socioambiental. 

11.3 -       Módulo de Cidadania

Espera-se um avanço tecnológico significativo a partir do emprego da tecnologia proposta, tanto na qualidade quanto na quantidade da produção de frutas e olericultura, e agricultura, com toda sustentabilidade ambiental.

A melhoria esperada, com relação ao meio ambiente e à ecologia é substancial.

Quanto ao aspecto cultural, espera-se que as comunidades indígenas despertem para a necessidade de tomarem iniciativas, no lugar de aguardar passivamente que os governantes solucionem seus problemas de trabalho/empreendimento e renda/salário.

Para isso, o impulso proporcionado pela execução do Projeto deverá ser correspondido com a efetiva incorporação de uma cultura tradicional.

O povo indígena é cordial, simples e amante de tudo que é de sua terra, principalmente os tradicionalismos culturais como os ritmos musicais, danças e rituais.

 Porém, vivem num individualismo excessivo por imposição de suas características ditadas até mesmo pela sociedade civil, dita civilizada.  Temos muito que apreender com os indígenas, apenas a possibilidade de empreender coletivamente com novas tecnologias e isso deverá ser mudado com abertura de suas mentes.

11.4 -       Módulo de Aplicação Social

 

 Organização socioeconômica: Identificar e potencializar as formas de organizações sociais pré-existentes e/ou estimular novas formas de organização socioeconômicas visando à autonomia econômica, social e jurídica (formais) das populações tradicionais; identificar e potencializar parcerias políticas pré-existentes e/ou estimular novas parcerias criando novas redes de poder que favoreçam a vida local.

Olericultura (legumes): identificar e potencializar a produção da agricultura considerando as atividades produtivas nessas atividades não deixando de considerar seu melhoramento genético e controle fitossanitário nos ecossistemas encontrados. Estimular seu uso onde não houver a sua presença, revelar através da análise laboratorial em razão da saúde dos próprios indígenas, e dos consumidores urbanos.

 Fruticultura: revelar, em razão da natureza da eco/região, nas atividades produtivas de fruteiras: melão, uva, laranja, limão, mexerica, tangerina, goiaba, pit manga, abacaxi, etc. Certificar esses produtos para exportação em âmbito nacional e internacional, também agregar valor à produção com a transformação desses frutos: frutas in natura, polpas e compotas.

 Considerando as atividades produtivas e/ou extrativas nas áreas de várzeas, florestas e águas e sua respectiva capacidade de organização, qualificando e quantificando essas áreas, elaborando uma cartografia dos produtos produzidos pelos indígenas visando sua comercialização e a própria sobrevivência dessas comunidades.

 

12 -  ENTIDADES PARCEIRAS

Ü          Moto Clube Charruás – Pará
Ü          FIE
Ü          FAE
Ü          SEM
Ü          Moto Clube Estradeiros – Rio de Janeiro
Ü          Jaguar Negro – O Espírito da NaturezA. Org
Ü          Instituto de Proteção, e Preservação da Vida Selvagem
Ü         

13. - ATENDIMENTOS AOS PLANOS DE GOVERNO

E PRIORIDADES DAS POLÍTICAS PÚBLICAS

 

Federais

 

- Recuperação de Área de Reserva Legal, Áreas de Preservação Permanente e propriedades particulares, mesmo as homologadas.

- Ministérios do Meio Ambiente, Desenvolvimento Agrário, Agricultura, e Abastecimento, Ciência e Tecnologia, Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e Integração Nacional.

- Ministério do Turismo: Eco-Turismo, com valorização do reflorestamento e observação de flora e fauna.

- Código Florestal - Lei 4.771/65

- Políticas Florestais e de proteção à biodiversidade - Lei 18.365.

- Programa do governo Federal – Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais.

Estadual

Ver legislação específica de cada Estado.

Municipais

Secretarias Municipais de Agricultura e de Meio Ambiente.

Geração de impostos com todas as atividades

 

14. - PROJETOS, E EXPERIÊNCIAS

ANTERIORES JÁ REALIZADAS.

O projeto é inédito e revolucionário no país, cujo objetivo principal é o despertar de uma população (a indígena) por meio de conhecimentos para saírem e aprimorarem suas atividades milenares.

A nossa experiência em visitas às comunidades constatou inúmeros projetos executados pelas áreas cientificas e outros órgãos, até mesmo financiamentos de projetos de Associações Internacionais em projetos perenes; quer seja na agricultura, piscicultura, fruticultura, processos de agregação de valores como produção de polpas de frutas e tantas outras, quando no final do projeto, não havendo como escoar comercialmente, ou por não saberem gerirem em termo de comercialização, ou por dificuldade em logísticas, afirmamos que as estruturas, como galpões construídos com todos os equipamentos, ou tanques (grades) de peixes, consórcio de plantações ficaram abandonadas. 

Várias Associações constituídas para receber recursos para esses projetos por não terem assessoria contábil e jurídica, acabam prestando contas sem êxito, e o que restou dos recursos financeiros, equipamentos e o que foi produzido no período é dividido entre os membros das próprias associações. Fatos comuns não só com os indígenas, como os ribeirinhos, e extrativistas, apesar de haver algumas exceções em muitas comunidades que tem esse suporte e onde foram constatadas melhorias substantivas, com sequências de projetos contratados. 

 

14.1 – PROSPECÇÃO DE RESULTADOS.

Resultante dos nossos propósitos com esse projeto itinerante no que concerne à área da biodiversidade consorciada com o laboro da terra pelos indígenas, com inclusão social voltado para a produção de alimentos com tecnologias já usadas na agricultura brasileira, com a experiência já consolidada dos projetos acadêmicos desenvolvidos pela EMBRAPA, com foco em biotecnologia de plantas medicinais e aromáticas e recursos genéticos, prática que é de conhecimento milenar dos indígenas. A somatória disso será o estímulo para que os indígenas aceitem essa parceria e desse modo sair do simples consumo de sua comunidade.

14.2 – PROJETOS EXEMPLOS COM SUCESSO.

 

- Destacamos os produtores da etnia Xavante que vivem na Terra Indígena Sangradouro, no Estado de Mato Grosso, realizaram a colheita de cerca de 106 toneladas de arroz, o equivalente a 2.630 sacas do produto. A conquista faz parte do Projeto Independência Indígena, iniciativa que busca incentivar a produção sustentável em comunidades indígenas do Estado e recebe o apoio da Fundação Nacional do Índio (Funai). - “Esse projeto inovador fortalece o etnodesenvolvimento. Esperamos que a iniciativa possa ser difundida para todo o Brasil. O indígena tem todo o direito de ser protagonista da sua própria história, e ele não deixa de ser indígena por querer buscar melhores condições de vida”. Esse é o pensamento do atual presidente da Funai.

- Outro destaque são os projetos do Povo Ashaninka investem em projetos de piscicultura, e outros mais projetos na Aldeia Apiwtxa. Fortalecida por uma Associação forte, e consolidada Apiwtxa estão construindo novos açudes que serão ao final 30 açudes com produção de peixes, visando a sustentabilidade e segurança alimentar do povo Ashaninka, e com olho no mercado interno, e externo. - Outros projetos de sucesso que destacamos dessa comunidade são os projetos: Sementes Florestais Nativas; - Beneficiamento de Polpas de Frutas; - Projeto Pontão de Cultura da Floresta; - Centro de Cultura da Floresta Arte Ashaninka; Ações do Plano de Gestão Territorial; - e Manejo de Tracajás. O povo Ashaninka eles estão localizada no rio Amônia, município de Marechal Thaumaturgo, Estado do Acre, Brasil, próximo a divisa com Peru.

 

 

fontes: http://www.aguaboanews.com.br/noticias/exibir.asp?id=27873&fbclid=IwAR1hbwSy9Zj47lUJwsyKTPAZqshTd9vnNNogamHkE1tOQEGl2OgBixoKkxI

 

https://apiwtxa.org.br/projetos/

 

15. - PRAZO DO PROJETO

Primeira etapa: 06 meses

Segunda etapa: 12 meses (a ser projetado)

Terceira etapa: 12 meses (a ser projetado)

Quarta etapa: 06 meses (a ser projetado)

16. – INÍCIO DA PRIMEIRA ETAPA

Quarenta e cinco dias após o recebimento das verbas alocadas, tempo esse para preparação da motocicleta com todos os equipamentos, confecções das indumentárias com todas as logos bordadas, e estampagens no capacete, e motocicleta.

As comunidades indígenas só serão visitadas em processos pontuais, sem a permanência da comunidade até que a pandemia se abrandar, e quando autorizado, e convidado para progresso da explanação do projeto.

16 - FATORES CRÍTICOS PARA O SUCESSO DO PROJETO E ESTRATÉGIA DE OBTENÇÃO DOS RECURSOS NECESSÁRIOS À SUA EXECUÇÃO, AVALISTAS, PARTICIPANTES

OU CO-EXECUTORAS

Itens Descrição Valor
16.1 Legalização das documentações                                      1.000,00
16.2 Refeições, lanches, estadias, combustível, e pedágios 68.600,00
16.3 Revisões, e manutenção da motorcicleta na viagem 6.614,00
16.4 Equipamentos para motocicleta                                       7.854,00
16.5 Equipamentos para o motociclista                                  2.736,00
16.6 Equipamentos eletronicos e filmagens                           15.246,00
16.7 Impressos, Bordados, e decalques                                  11.950,00
16.8 Núcleos de apoio - RH 132.000,00
Total da primeira etapa 250.000,00

 

Duzentos e cinquenta mil reais

COMO TORNAR-SE UM PARCEIRO / MANTENEDOR 

DEFINIÇÃO

Para podermos atingir os nossos objetivos, e prover os melhores projetos de maior relevância para o país no que tange ao socioambiental, a Fundação VILLAS-BÔAS, na pessoa do seu presidente Paulo Celso VILLAS-BÔAS está premeditando uma tournée, quando abrandar essa pandemia, em todo nosso país denominada Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil sobre duas rodas, onde visitará várias cidades, e comunidades indígenas, o quer que hajam demandas.

Esse audacioso projeto foi desmembrado do projeto principal nave da FVB que era rodar o país por 8 anos em um barco cientifico, e um ônibus no qual iríamos levar profissionais multidisciplinares. Temos a visão que nos notabilizará, e nos dará muito orgulho, pois é um trabalho sério, responsável, e de grande valia para os que são considerados invisíveis, em seus desígnios, e carências.  Para tal essa Fundação está contando com grupo de empresas parceiras para compartilhar a idéia que o futuro do Brasil está no empreendedorismo.

Serão elaboradas propostas para solução dos paradigmas apresentados, e também outras propostas para formação destes coirmãos indígenas visitados para que hajam mudanças comportamentais, sem entretanto ferirem as suas culturas milenares, e as suas identidades, que respeitosamente serão preservadas.

Concomitantemente será mostrado nessas viagens tanto nas estradas, nos rincões, ou cidades visitadas, seus pontos que possam enaltecer o que é a natureza, juntamente com povos que a exploram com dignidade positivando assim o quanto é belo o nosso país.

É com esses objetivos, e positivismo em buscas de soluções para que o olhar de quem vá nos acompanhar (em vídeos, e mídias sociais), pois de contratempos, hesitações, estamos na sua exaustão máxima.

Patrocinadores do projeto, e eventos organizados

Os parceiros são pessoas físicas ou jurídicas que contribuem com o Projeto Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil sobre duas rodas de forma: mensal, trimestral, semestral, ou anual, destinado ao desenvolvimento das ações e objetivos do projeto.

Patrocinadores segmentados divididos em categorias (Premium, Platinum  / Ouro / Prata, e bronze)

As modalidades assim divididas:

PESSOAS FÍSICAS

Individual: (modalidade Bronze): A quantia de R$. 100,00 ou qual quantia que se disponibilizar no momento, para mais, ou para menos, (de acordo com sua possibilidade) também não sendo uma obrigatoriedade.


JURÍDICAS

EMPRESÁRIAL:

  • Trimestral (modalidade prata): R$. 4.500,00 (quatro mil e quinhentos reais)
  • Á vista R$. 4.050,00 (Quatro mil e cinquenta reais)
  • Crédito, ou 3 parcelas de R$. 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais) mensais.
  • Semestral (modalidade Ouro): R$. 7.200,00 (Sete mil e duzentos reais)
  • Á vista R$. 6.480,00 (Seis mil quatrocentos e oitenta reais)
  • Crédito, ou 6 parcelas de R$. 1.200,00 (hum mil e duzentos reais) mensais.
  • Anual (modalidade Premium): R$. R$. 11.520,00 (Onze mil quinhentos e vinte reais)
  • Á vista R$. 10.368,00 (Dez mil trezentos e sessenta e oito reais)
  • Crédito, ou 12 parcelas de R$. 960,00 (Novecentos e sessenta reais) mensais.
  • (Modalidade Platinum) São os parceiros que patrocinam todos os tipos necessários de equipamentos para motocicleta, ou matérias de proteção do motociclista. Ex: alfoger’s, capacetes, câmaras de filmagem, fotográficas, sissi bar, sistema elétricos, e eletrônicos, pneus, macacões personalizados, roupas de viagens, luvas, botas, jaquetas, etc. com subsídios para manutenção dos equipamentos;
  • (Mantenedores 1, 2) As empresas que financiarem o projeto com valores acima de R$. 50.000,00 (cinquenta mil reais), / R$. 100.000,00 (cem mil reais).

Formalizados mediante assinatura do Termo de Adesão, e terá direito aos seguintes benefícios em ser um parceiro da Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil sobre duas rodas;

Contra partida com benefícios a seguir:

  • - Em todo o percurso da Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil sobre duas rodas serão feitos vídeos em cada etapa vencida, ou por capítulos, no final do vídeo constará as logomarcas dos parceiros com ressalvas de agradecimentos, e haverá ampla divulgação no nosso canal do You Tube.
  • - Logomarca inserida em todo material impresso de divulgação dos eventos exclusivos que houver nas cidades visitadas, ou nas comunidades indígenas que serão filmadas com menção dos apoiadores;
  • Postagem da sua logomarca enquanto durar a parceria no Portal da Fundação VILLAS-BÔAS, bem como constará na divulgação de todas as mídias sociais enaltecendo essa parceria;
  • - Caso haja interesse de participação das ações (eventos) nas comunidades, e cidades visitadas, poderão ofertar seus produtos promocionais para interatividade das comunidades indígenas, ou onde houver as atividades (cidades), para tal disponibilizará o material de divulgação, (banner/ faixas, e produtos, os parceiros terão um prazo de preparo de 30 dias antes dessa realização;
  • - A empresa receberá um Certificado de Parceiro para sua divulgação;
  • - Em nosso portal poderá constatar clicando para fazer o download das nossas parcerias detalhadas.

MANTENEDORES

ü  Mantenedor 1: Terão destaque em todos os itens anteriores, bem como sua logomarca estará nas indumentárias do motociclista. Jaqueta frente e costas com tarjas 150 x 40 mm, e um decalques em cada lateral do tanque da moto.

ü  Mantenedor 2: Terão destaques em todos os itens anteriores, bem como sua logomarca estará nas indumentárias, nas duas laterais das cochas das calças medindo 350 x 80 mm, Jaqueta frente e costas com tarjas meindo 150 x 40 mm, decalques nos dois lados dos baús (alforjes)  e logo redonda nas laterais do capacete do motociclista.

  • - Enquanto durar a parceria a empresa terá o direito a divulgação em seus materiais promocionais para sua clientela da melhor forma que quiser, em impressos, ou mídias digitais como parceira de projetos socioambientais, com direito de usar a imagem da Expedição, respeitando as regras de uso da Marca da Fundação VILLAS-BÔAS estabelecido em convênio;

 

REFLEXÃO

Isaac Newton, o grande físico nos ensina que toda ação gera uma reação.

Desta forma, a marca atrelada gera um retorno, e uma repercussão positiva para as “empresas que fazem doações para projetos sociais.”

É dessa forma que as pessoas físicas, e jurídicas são justamente formadas “por” e “para” indivíduos que compartilham com esse elo do bem.

      Fly Villas Bôas reduzido      1 ESCUDO 1

COMO FOI. COMO SERÁ.

FNIX

A ave Fênix da mitologia grega é um pássaro onde entrava em autocombustão e renascia da própria cinza, ou seja, para renascer, primeiro teria que morrer e assim formava seus ciclos de vidas e quando ela “Fênix” renascia, voltava com mais força podendo transportar elefantes em suas garras e bico, mesmo sendo do tamanho de uma águia. Transformando-a em uma ave de fogo no símbolo da imortalidade e do renascimento espiritual.


 
Comparo-me com a ave Fênix renascendo das próprias cinzas e fazendo a limpeza da alma, na pura meditação de um ser em evolução nesse plano grosseiro e dotado de sentimentos que corroei em dores:


DOR:
 - Por um país que acho que é nosso de fato e de direito simplesmente por ter nascido¹ nesse território, ou por quem ele adotou, mais ainda porque pago todos os impostos² por imposição e não tenho o retorno à altura por direito³.

 

1_NASCENDO_NO_BRASIL_3     1_PAGAR_IMPOSTOS_E_NO_TER_RETORNO_3    1_SADE_NO_BRASIL_1

                  Por ter nascido¹                        os impostos²                       retorno³     

- Trabalho¹ e luto como patriota e pela minha sobrevivência, não por ganância, ambição, arrogância ou para aparecer e muito menos para ter poder, o fato é de que tem esse poder² com suas ideologias e querem a qualquer custo perpetuarem-se com suas articulações mesquinhas com propostas populistas que corroem os cofres públicos em benefícios de poucos e dividindo com seus pares, e os poucos que recebem esses benefícios sem o amparo da educação, saúde³ e de suas independências como legítimos cidadãos ficando escravos desses benefícios e com medo de perdê-los. 

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CARTA DE ESCLARECIMENTO

NOSSOS ESCLARECIMENTOS.

O que sabemos de verdade sobre a Aldeia Maracanã?
Como lutar por uma causa?
Muitas das vezes as decisões estão nas vozes, pelos verdadeiros lideres indígena, muito ao contrário de que muitos simpatizantes indígenas pensam ou querem bradar por uma causa.
Primeiro é atitude, segundo coragem, terceiro saber como apoiar.
Vãngri Kaingáng! É uma dessas mulheres corajosas como também me espelho na minha irmã Liana Utingussú.
Leia essa carta de esclarecimento, a Fundação VILLAS-BÔAS, compactua com a sua causa.

Paulo VILLAS-BÔAS
Presidente da Fundação VILLAS-BÔAS

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A GRANDEZA DA AMAZÔNIA

A GRANDEZA DA AMAZÔNIA

A grandeza da AMAZÔNIA não está concentrada apenas na extensão do seu território, mas fundamentalmente, na grandiosidade de seu povo formado através da herança cultural oriunda por várias vertentes. Essa extensão territorial favoreceu a segregação desse povo que foi se localizando em regiões e espaços distanciados, porém, apesar das especificidades encontradas no marabaixo, batuque, carimbó, siriá, marujada, sairé, boi-bumbá e outros, observa-se que há convergência das batidas, dos sons e do uso dos instrumentos, caracterizando, portanto, a dialética regional que aglutina essa arte seja no Pará, Amapá, ou Amazonas, suscitando uma identidade regional formada através dessas várias vertentes.

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O QUE É UMA PASSAGEM DE ANO 2013 - 2014

O QUE É UMA PASSAGEM DE ANO

2013 – 2014

A humanidade se dá conta do que acontece a cada fim de ano e a cada ano que acaba de nascer: Esperança, renascimento, otimismo e muitos votos de prosperidade e saúde para as pessoas que encontramos e com as quais nos relacionamos e gostamos.

Para mim é como se fosse o único e último ano em que vou viver e tenho que acreditar que os projetos acontecerão, se não for assim, depois dos primeiros três ou seis meses caímos numa realidade da mesma forma quando alguém frio(a) e realista diz para nós ainda criança que não existe Papai Noel e que a data de 25 de dezembro não foi o dia que o nosso Pai maior Jesus Cristo nasceu.

Pode ser tudo um simbolismo, mas o homem tem que amolecer seu coração e confraternizar mesmo em reflexões é assim que renascermos, mas com conscientização de que a humanidade tem salvação, que o mundo não está perdido nos corações duros das pessoas e que a economia é um ato de sobrevivência com dignidade e não a ganância de ter o de possuir o de humilhar as pessoas e destruir o planeta.

Pois é, se não houver um equilíbrio de propósitos e se nós não tivermos emoções e objetividades, caímos na improdutividade do conhecimento do que realmente queremos e desejamos no início do ano que está nascendo.

Precisamos é sim, colocarmos os nossos conhecimentos adquiridos em prática, e a cada dia que passa nos damos conta que quanto mais pesquisamos, menos sabemos sobre o mistério que é a humanidade. Isso faz que coloquemos em prática nossos objetivos da transformação de comportamento da sociedade para a harmonia e paz entre os povos e o meio ambiente e somos analisados constantemente com as nossas convicções como formadores de opiniões, e para os céticos passa o que é moral, tornar-se-á imoral.

2014 SERÁ O ANO DE MUITAS DESCISÕES, DE MUITAS POLÊMICAS :

Até o final de 2014 todos os municípios terão que estar adequados a Lei do Lixo. (Lei nº 12.305).

Como ficou conhecido como a Política de Resíduos Sólidos, (PNRS) que foi regulamentada em 23/12/2010, o tema é tão forte que olhamos como foi fosse regulamentada primeiro dia do ano de 2012.

Todos nós somos responsáveis, o material descartado pela sociedade e todos os atores envolvidos (como sistemas de coleta seletiva, cooperativas, triagem e tratamento dos resíduos, por exemplo) são regulamentados com base no sistema de responsabilidade compartilhada. Ou seja, o Poder Público, o setor empresarial e a coletividade são responsáveis pela efetividade da Política Nacional de Resíduos Sólidos. O que é muito importante e a mudança de comportamento da sociedade do consumismo sem necessidade, sem que a economia continue sempre em crescimento.

LIXES_NO_BRASIL

Agora a nossa maior missão é fazer essa lei sair do papel. O grande problema das cidades independentemente de sua população, são os lixões que são descartados os seus rejeitos nos terrenos das periferias o prazo até o dia 02 de agosto de 2014, e se não fizermos a pressão devida sua aplicabilidade será colocada em dúvida. E no caso de violação dessa política, a legislação brasileira prevê a punição para os infratores, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas, imputando sanções penais e administrativas, incluindo o pagamento de multas, bem como a obrigação de reparar o dano causado.

Agora um alerta que quero dar:

Passaram (três) 3 anos já passaram, os prefeitos das capitais pedem o prorrogamento do prazo onde apresentaram aos presidentes do Congresso Nacional. Por quê? Porque não irão cumprir o prazo por relapso e descaso com políticas publica em respeito ambiental, sem saúde e muito mais, mas o interesse deles é com os recursos federais para área de resíduos onde amenizam o problema e não a solução. Vale dizer que hoje somente cerca de 10% dos municípios têm planos de resíduos sólidos, que deveriam ter sido concluídos até agosto do ano passado. Pensem muito nisso. Não adianta fazer passeatas pontualmente ou seja levantar bandeiras sem ecoar realmente as necessidades de uma população desprovida de informação.

USINA DE BELO MONTE

Uma obra que virou sina dos presidentes do Brasil.

As incertezas de uma obra que não dialogaram com a sociedade brasileira. Se o projeto fosse tão bom assim para o país, não seria empurrado goela abaixo por um lobismo de alta cúpula de políticos e políticas de empreiteiras que hoje nem para os governadores dão bola e discutiriam sem medo de sua convicção e não com conchavos de gabinete.

USINA DE BELO MONTE - Solução ou problema? Desrespeito sim!!!

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O Estado do Pará é o mais prejudicado com essa usina, pois a famosa Lei Kandir que muitos Estados não querem discutir esse buraco encontrado na época, no contexto federativo, na riqueza do solo e de seu povo ficam apenas os danos, assim os impostos que ficariam para o Estado produtor, vão para a ponta consumidora e toda a riqueza dos solos paraenses, sem os devidos impostos devidos, da mesma forma os represamentos dos rios e as mazelas sociais, como a valorização territorial e predial, a prostituição infantil, o tráfico de seres humanos, trafico de drogas, após a sociedade dominada é que vão tentar curar suas consequências, hoje são circunstanciais, os latrocínios, e o pior delas a falta com o respeito às comunidades indígenas, por uma obra que não cumpre suas condicionantes, a atenção e o respeito com um povo localizado e que detém seus pares em uma área que na evolução da humanidade e suas necessidades do progresso seja ele agressivo ou não, hão de respeitar o tempo passado, o presente e o futuro, Caso isso não seja pensado estamos a frente de um novo holocausto, ou loucura da psicanálise decorrente ao regresso da vida humana.

Por fim, estamos empenhados em colocarmos os nossos projetos com todos os expedicionários qualificados em uma missão que não é nossa e sim da sociedade brasileira, em dar condições para fazer valer a nossa voz, registrarmos no alvo, em campo e não sentados em escritórios refrigerados apenas vendo estatísticas. Não vamos esperar o fim de 2013, para fazermos uma nova reflexão de um ano que se findou e novamente criarmos as esperanças em um novo ano que nascerá. Queremos com isso provocar um plebiscito nacional baseados nos resultados de pesquisas feita no de Santarém ficaram divididos se essa usina trará benefícios. Nessa premissa vemos na criação de um plebiscito nacional, um instrumento jurídico constitucionalmente previsto (art. 14, I da CRFB) e legalmente regulamentado (Lei 9.709/1998). O art. 2º da Lei 9.709/98 aduz que "plebiscito e referendo são consultas formuladas ao povo para que delibere sobre matéria de acentuada relevância, de natureza constitucional, legislativa ou administrativa". Fica aqui a ideal não só nosso, mas de todos os cidadãos que pensam em progresso não desonroso como esse mas nas demandas de todos a população brasileiro.

PEC 215

Terminho o meu pensamento positivo para esse ano que virá: Olhemos para aqueles que realmente precisam de atenção, pois estamos brigando com pessoas inescrupulosas, pois mesmos sobre pressão em instalar essa comissão sobre protestos e aclamados como assassinos, nem ai para platéia.

Repito: Não posso ver tantos grupos que dizem serem simpatizantes dos indígenas e tantas lideranças a gritarem sem ecoar suas verdadeiras reivindicações.

PEC_215_-_GENOCIDIO

O silencio não faz parte da minha personalidade, pois quando dialogamos poderíamos e poderemos evitar guerras, discórdias e possível aprovação dessa PEC, e se aprovada como está tudo equacionado pelos bastidores do Congressos Nacional a Presidente da Republica não sancione a lei, pois todos nós sabemos que é inconstitucional. Agora o silencio leva a ruína de uma humanidade, de um homem ou de uma mulher. Não posso agradar todos com o meu comportamento, posso me machucar como estou machucado na minha vida pessoal, mas tenho convicção sim que depois do entendimento vem a bonança, não deixemos a ruína a imagem e o levante de uma injustiça ficar uma cicatriz enorme.

O silencio consente o erro cometido ou compactua com aquilo que quer dizer não é isso que eu queria dizer. Uns erram por calar, outros erram por falar demais. Eu te amo. Eu amo esse país.

AES_FUNDAO_VILLAS-BAS

Silencio esse que não existe em sabermos o que é a divida interna e externa do país. O ecossistema, educação e saúde só se pode dar com responsabilidade do endividamento dos brasileiros no âmbito de governança e que fazem o jogo dos grandes financiadores, pois os brasileiros não questionam essa legitimidade de divida nacional que o PT esconde. O meio ambiente e a lucidez dos brasileiros é o medo desses governantes. Vamos reivindicar auditoria na divida interna e externa do país e desmascarar esse nosso sofrimento, pois a minha e a situação de muitas pessoas não sabem o por quê? O Meio Ambiente vai agradecer.

(profa.Dra. Maria Lúcia Fanttonelli = propõe uma auditoria nas contas públicas do país e faz denuncias gravíssimas onde poderemos abaixar para menos de 50% de nossas divida interna e externa eliminando todos os papeis podres e a podridão desse governo fascista onde economizaremos de uma forma assustadora para o verdadeiro desenvolvimento do país)

É por Direitos: Vamos exigir AUDITORIA DA DÍVIDA, que absorveu 43,98% dos recursos federais em 2012, enquanto a Saúde recebeu apenas 4,17%, a Educação 3,34%, Segurança 0,38%, Transportes 0,7% e Habitação apenas 0,01%. Auditoria Cidadã da Dívida

Vamos organizar mobilizações em diversos locais do País para participar da Semana de Ação Mundial: www.auditoriacidada.org.br

Dívida consumirá mais de R$ 1 trilhão em 2014.

Todos os Conselhos de Economia do país que dizem por uma classe que discute os problemas do país com profissionalismo, ética e moral, deveriam chamar a profa.Dra. Maria Lúcia Fanttonelli para proferir sua palestra e assim começar uma MOBILIZAÇÃO NACIONAL.

DIVIDA_INTERNA_E_EXTERNA

Feliz 2014.

REVOLUÇÃO JÁ.

ou ficaremos sempre encourados

Paulo_VILLAS-BAS_6

Paulo VILLAS-BÔAS

Presidente da Expedição e Fundação VILLAS-BÔAS