A Hidrocidadania e os resíduos sólidos.

Compartilhe...

Submit to DeliciousSubmit to DiggSubmit to FacebookSubmit to Google BookmarksSubmit to StumbleuponSubmit to TechnoratiSubmit to TwitterSubmit to LinkedIn

A Hidrocidadania

                           e os resíduos sólidos.

Tudo é solido como o meu amor

                                                                                                                                                              Guacira quero água pra beber

como a luz do teu olhar

A Pedagogia da Hidrocidadania propõem que a criação e a arte estão presentes naquilo que nós consumimos, e descartamos como lixo ou resíduos. Produzindo um tipo de “arte” num outro sentido que lamentavelmente esgota a natureza, quebra o equilíbrio ambiental prejudica a saúde, e a vida de todos os seres.

Devemos ressaltar a pratica educacional através da água, para uma mudança cultural em prol da biodiversidade (HidroEducAção). Estamos dentro de duas margens temporais, o passado com os pés fincados na trasitorialiedade do presente, com o impulso dos passos projetando-se no futuro imaginado. Estamos presos – em um pretérito do presente do futuro indicativo.

As agruras das águas, para manter a biologia do planeta ativa, de forma fina feroz, e equilibrada, esta sendo posta a prova pelo único animal que teima a não se adequar, a mecânica da natureza.

Como um motorista, que evoca sua prepotência em relação direta a potencia do motor. O direito meta individual, e meta coletivo deve ser evocado, dado a dependência que temos das abelhas, dos pássaros e das arvores. É muito provalmente a gente não enxergue um rio, por causa da água. Sendo assim a água como caldo amniótico, é base passada de sustentação da vida no presente projetamos de forma metódica sua mudança.

Só que uma mudança danosa. Olhar para o futuro é sego e incerto, da forma que olhamos e estamos, somos fruto de um passado destrutivo. A razão só da uma justificativa para o animal usar sua musculatura, no seu instinto mais profundo e ancestral. A emoção perdeu para a razão, a barbárie só se justifica pela voracidade que o animal tem em sobreviver enquanto espécie.

A sofisticação nos leva para uma racionalidade excludente, as classes sociais e os métodos que as criaram. É um modelo arremedado das castas indiana. Sem as proibições sócio-religiosas, aqui é socioeconômica, com estímulos ao consumo e a mudar de classe. Como evitar o conflito se o que vale é a empresa e o individuo?

Relegamos sua importância e relevância no dia-a-dia do planeta, de todos e tudo que nele se encontra. É inquestionável a urgência de utiliza - lá em todos os seguimentos, e mecanismos de ensino torna-se latente a defesa da cultura através da água em prol da biodiversidade. É imprescindível a defesa da Hidrocidadania.

O sistema e suas partes integradas sempre funcionaram como uma grande maquina. Que ao longo dos tempos foi se sofisticando para isso tem e utiliza um exercito que coloca toda sua força criativa ao seu dispor, e parte deste exercito fica na reserva para que nunca lhe falte mão de obra. Desde o nível mais baixo até o que tira o grão de poeira de perto de uma maquina de ultima geração.

Foi à parte mais complicada da preservação foi e é o resto de mão de obra. O que fazer com quem depois de usado não gera renda não tem valor Econômico agregado? O corpo social se move como um zumbi para fazer a máquina funcionar como uma moto continuo. O problema é que o ser humano se torna um produto do meio e como trabalhador tem sua vida útil e mesmo assim não pode ser eliminado vira estorvo social.

Segundo a nossa concepção nem para adubo serve. O que fazer?

Oras não serve mais para nada então quase nada terás a não ser migalhas que leva o nome de aposentadoria. E vira um resíduo nada solido.

Não existe forma de se falar do transporte hídrico que é uma das partes mais afetada quando se fala de saúde não tem jeito é a água e o ar este leva sempre micro gotas à respiração fica complicada quando tem seca no ar.

Exemplo: a cidade onde nasceu a Hidrocidadania Franco da Rocha por causa da grande enchente de 1987.

              CIDADE ÁGUA CHICO CANINDÉ                                                                                                                                                                                                                    Foto-origem-desconhecida                                                                                                                                                            

         Foi depois da catástrofe que nós nos demos conta do que significam garrafas, sofás, latas, televisores, sacolas plásticas, pneus, pilhas, baterias alcalinas, carros, enfim. Uma gama de material que usamos todos os dias de forma comum e sem noção do mal que isso trás. Para a saúde em geral o alerta medico através da defesa civil era que tudo isso afetaria o estado de saúde da população na medida em que ela tivesse contato com a água porque ao hidroassassinarmos os rios poderíamos ter doenças tipo: hepatite, febre tifoide/paratifoide, cólera, disenteria amebiana, ascaridíase, esquistossomose, filariose e etc...

A sopa química que transformamos os rios pela prevalência de resíduos afeta toda a cadeia hidrobiologica, deixando o meio ambiente bastante danificado com seres despreparado biologicamente para viver nele afetando assim toda saúde do espaço hidrosociografico.

As indústrias têm o direito de fabricarem assim como deverias por um código de conduta recolher suas embalagens elas têm a logística para vender seus vasos com seus produtos, mas não tem a devida responsabilidade socioambiental que dizem que tem.

A prática fica muito aquém e o ser comum o vulgo cidadão não tem a devida noção do mal que isso lhe faz.

As normas técnicas estão escritas as leis de proteção ambientais são ótimas, mas seus cumprimentos são para marciano vê o que aliais é no que estamos transformados a terra.

A nossa cultura ainda é de não “educar” para se beneficiar na outra ponta da indústria das doenças estão os grandes laboratórios farmacêuticos. A miséria no Brasil é uma indústria muito poderosa. Primeiro criamos o mal e quando afetados vamos desenvolver uma coisa que cure o mal criado.

Por definição e uma visão sócio ECOnomica pensamos sempre na linha de quem lucra com isso era o que se ouvia nos seminários sobre resíduos sólidos tanto na CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental- NA SVMASP Secretaria do verde e do Meio ambiente de São Paulo ou na CMSP na Cãmara Municipal de São Paulo.

Temos normas e manuais aos montes informação sobre o assunto é o que não falta, mas não temos políticas de estado para uma ação continuada de investimento na “educação”. Nos seminários encontramos sempre as mesmas pessoas, e os resíduos sólidos partes integrantes das falas e propostas de conferencias e mesas redondas vão se acumulando nos nossos rios artérias vitais para todos o sistema industrial econômico e social. Estes ficam relegados ao destino de um prometeu assoreado cada vez mais cheio de entulhos e dejetos de todas as matrizes.

Os meios de produção que gera tais resíduos que antes chamamos de bens de consumo depois de utilizados são jogados foram pois temos como política o consumo e não a conscientização.

Basta olhar a estrutura de um carro ou de um liquidificador de um televisor..., todos os bens produzidos são cada vez mais sofisticados, e frágeis senão a produção não “cresce” da forma supérflua que estamos vendo..., um ex o Brasil é um pais que desperdiça mais madeira no mundo, e destrói trocentos campos de futebol todo ano em florestas isso derne que o Europeu com sua sanha trouxe um estado uma religião e um poder judiciário pronto..., e fabrica móveis para as classe sociais mais “baixas” de restos de madeira prensada como se faltasse madeira.


         Os resíduos sólidos são ex: computadores, automóveis, televisores, aparelhos celulares, eletrodomésticos, etc. Tudo isso é produzido nos centros industriais que ficam ao redor das grandes cidades ao que chamamos de parques industriais. Mas eles só sozinho não temos as escolas domicílios a construção civil escritórios.

A água e o direito ao trabalho através da coleta seletiva na indústria da reciclagem, a este segmento dão o nome de geração de renda.

Trabalhadores que antes já faziam isso pegando lixo nas ruas. Agora o sistema econômico vendo nisso uma fonte de renda e empregando parte da mão de obra antes rejeitada pela sua desqualificação tanto do ponto e vista do mercado de trabalho como ser humanos...

Tratar de fazer uma nova política em aliança com os estados promovendo assim a reintegração socioeconômica do lixo e do ser.

A cadeia de produção funciona com este novo mercado em expansão e este novo trabalhador inserido no mercado de trabalho. (Vejam que em hipótese alguma valorizamos estes homens e mulheres como seres culturais, mas só como trabalhadores e sua grande maioria continua indo para os mesmos botecos tomar sua cachaça para aguentar à parada do outro dia e recolher o nosso lixo).

Para isso as cidades precisam de um plano diretor que leve em conta toda a logística hídrica e social – pois todo o processo precede de água para abastecer a indústria e manter vivos os trabalhadores e os novos coletores de resíduos sólidos afora isso a segurança alimentar moradia e transporte.

Um plano de ação que não leve em conta o gerenciamento da po-Ética da vida, e suas partes interligadas através da água está fadado ao que hoje estamos vendo.

Alguém lembra que tínhamos a admissão ao ginásio? Pois é a educação foi jogada no aterro sanitário do conhecimento depois do golpe militar de 64 apoiados pelos americanos tempos quentes.

Não foi quebrada só a educação como difusora de conhecimento, mas a estrutura da formação intelectual e geradora de conhecimento do país.

Onde temos uma coleta seletiva eficiente? Onde temos uma cidade que seus cidadões praticam isso?

Está na constituição que devemos ter educação ambiental nas escolas. Esta ou não está?

Meu amor meu próximo e grande amor você gosta de música? De poesia? De teatro? De artes? Gosta?

Estes resíduos sólidos podem acabar ferindo seu cérebro isso pode fazer você pensar e isso é deveras perigoso sabia?

Os rios das cidades são depósitos a céu aberto de todo tipo de resíduos sólidos, pois a maioria das nossas cidades falam em educação ambiental, mas não tem isso como norma para virar habito. Tem sim o dia da arvore o dia do meio ambiente o dia disso o dia daquilo a semana disso a semana daquilo.

A situação hidrosociologica já não aguenta mais o lixo que produziu um é jogado na cadeia é lixo humano, o outro e no aterro sanitário. Um polui o meio ambiente, o outro o ambiente social. Quer dizer politicamente um é resíduo biodegradável, mas que da um trabalho danado para a segurança publica. Os resíduos sólidos (lixo) levam décadas ou até séculos para serem decompostos.

Resíduos sólidos e elementos sociais perigosos.

       Vi seres no lixo do restaurante do outro lado da vidraça, mas eu deixei a bateria do meu mais novo celular na caixinha, um é um resíduo sólido muy perigoso outro é um resíduo social um deixa a água tóxica, ou outro eu e você precisa de água boa. O suor fedorento não tão cheiroso como o fraco do desodorante que suprime a transpiração fazendo com que a retenção de liquido possa ser danosa ao organismo.

       Bem parte da minha comida alimenta alguém..., que precisa de um alto teor calórico para viver como um molambo social e perigoso..., a bateria do meu celular, e outros bens tem uma potencialidade química que pode matar rios, mas vão ser reciclados. Já o ser revirador de latas de resíduos domésticos bem..., um pode ir até para o aterro sanitário, o outro para o cemitério..., viu tudo se recicla.

Reciclar é: Transforma o que antes eram coisas que viraram outras. O que antes era algo. Poderemos transforma em algo novo novamente. Preservar para se preservar.

Teu carro já bebeu água limpa hoje?

É camarada na idade mídia a natureza não faz media.


CHICO CANINDÉ 1


Chico Canindé

HIDROCIDADANIA PO-ÉTICA TEATRO D´SÁGUAS on Vimeo

Vídeo para hidrocidadania 2:53

https://vimeo.com › Chico Canindé › Vídeos

30 de jul de 2010

Esta oficina foi feita na quarta colônia do hospital do Juquery em Franco da Rocha com professores da ..

Hidrocidadania em São Paulo (2).flv - YouTube

Vídeo para hidrocidadania 10:00

https://www.youtube.com/watch?v=R6W2P52yU-Y

12 de jul de 2011 - Vídeo enviado por HIDROCIDADANIA

Este video é só um cadinho da ideia que esta amadurecendo para o documentário. Hdirocidadania Brasil.

Compartilhe...

Submit to DeliciousSubmit to DiggSubmit to FacebookSubmit to Google BookmarksSubmit to StumbleuponSubmit to TechnoratiSubmit to TwitterSubmit to LinkedIn