A ANCESTRALIDADE DA FAMÍLIA VILLAS BOAS - VILAS BOAS.

Compartilhe...

Submit to DeliciousSubmit to DiggSubmit to FacebookSubmit to Google BookmarksSubmit to StumbleuponSubmit to TechnoratiSubmit to TwitterSubmit to LinkedIn

A ANCESTRALIDADE DA FAMÍLIA VILLAS BOAS - VILAS BOAS.

Por: Maria Francisca VILAS BOAS Leffer.

MARIA FRANCISCA VILAS BOAS LAFFER

Possui - Graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (1981); - Graduação em Educação Artística pela Universidade Federal do Paraná (1997); e Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Paraná (2000); Especialização em Artes Plásticas pela Faculdade de Artes do Paraná (1994); - Pedagoga e arte educadora. - Aposentada do padrão da Educação Básica pelo Estado do Paraná. Atualmente é professora adjunta da Universidade Tuiuti do Paraná atuando no Curso de Pedagogia como docente e supervisor de estágio. Nessa mesma Universidade é Supervisora de um Laboratório de Aprendizagem e Recreação, discutindo questões sobre o potencial investigativo da criança, tendo criado a metodologia: "Pedagogia Lúdica Investigativa Mediada". Discute alfabetização científica no contexto escolar, na concepção de que pesquisa se começa na educação infantil. Tem experiência em projetos interdisciplinares. Na área de artes tem estudos em alfabetização estética.

 <><><><><><><><><>

Essa apresentação foi realizada no III Encontro da Família VILLAS-BÔAS em Cuiabá no mês de setembro de 2017, foi um trabalho incansável investigativo feito pela prima Maria Francisca VILAS BOAS Leffer, que fez uma viagem a Portugal unicamente para realização dessa apresentação, o qual a Fundação VILLAS-BÔAS coloca a disposição de todos os pesquisadores e amantes dessa família que para nós VILLAS-BÔAS nos enche de orgulho por nós pertencermos a esse Clã que fez história, e continua fazendo com ilustres personagens que continuam honrando esse sobrenome.

Paulo Celso VILLAS-BÔAS
Presidente da Expedição e Fundação VILLAS-BÔAS.

<><><><><><><><><>

Início da Apresentação. (fotos acervo Profa.  Ms. Maria Francisca)

VEM COMIGO PARA PORTUGAL....... CONHECER EM BARCELOS E AIRÓ A ORIGEM DOS VILLAS- BÔAS - VILAS BOAS - Villasboas - vilasboas.
Diz a História....
Era uma vez...
Uma Família das mais antigas e ilustres de Entre Douro e Minho, no tempo do reinado D. Dinis (1270-1325).
HTTP://www.genealogia.villasboas.nom.br/genearca.html

REGIÃO VISITADA 1

Norte de Portugal

Nesse tempo se acha uma procuração dos Fidalgos de Riba Minho, e nos seus registros, uma assinatura de João Annes de Villasboas. É o primeiro homem que se tem notícia com este sobrenome. Ele é o Genearca da Família, aquele que gerou nosso sobrenome.
Também Senhor da Torre de Ayrô, ou Airó, situado a na freguesia de São Jorge de Ayrô, no termo dessa Vila de Barcelos, que é o Solar dessa Família.

EIS O LOCAL DA TORRE DE AIRÓ.... O SOLAR DOS Vilas Boas

SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 1   SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 2   SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 3

 SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 4   SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 5   SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 6

SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 8   SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 7   SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 9

SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 11   SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 10

                                         Fonte: Fotos feito por Maria Francisca Vilas Boas Leffer - Airó-Barcelos-Portugal

 MAS DE ONDE VEM A DESCENDÊNCIA DESSE SOBRENOME?

“A opinião mais seguida, e desse conforma mais, é que este apelido se deduz de um dos dois valorosos irmãos que vieram a este Reino do Estado de Florença na Toscana, um chamado D. Domin-Florentim e outro D. Fernando.”
HTTPS://pt.scribd.com/doc/135829474/gayo-vilasboas-pdf
Esses dois irmãos chegaram a este Reino para servir ao Rei D. Sancho II de Portugal (filho de D. Afonso II) – reinado (1223-1247) nas guerras contra Castela, e militando na Província de Trás-os-Montes fizeram ações de muito valor.
Sancho II era tio de D. Dinis.

GUERRA DE CASTELA VILLAS BOAS 1Guerra contra Castela (Espanha)

O Rei D. Sancho II vendo que duas Vilas haviam sido tomadas na batalha e seu povo sendo massacrado precisava mandar gente para retomá-las. Vendo isso, os dois irmãos Florentinos se oferecem a servir ao Rei pedindo gente para juntos reaver as Vilas.
“E indo com efeito sobre as ditas Vilas as tomaram, e renderam., e vindo ao Rei, lhe disseram = “- Senhor as Vilas já são vossas.” = ao que o Rei respondeu – “- Minhas não!, Por que eu vos faço mercê delas.” = e recusando os dois irmãos aceitá-las, lhe disse o Rei = - “-Aceitai que são Vilas boas" = O que foi o princípio deste apelido, ficando os dois irmãos Florentinos Senhores das ditas Vilas, e sendo depois necessário ao Rei arrasá-las, lhe deu outros bens e rendas em satisfação com jurisdição na Província de Entre Douro e Minho, onde tiveram o Castelo de Penafiel, e os Reguengos (terra dos reis) de Vilas Boas...”

RODOVIA QUE LEVA AO CASTELO 1   CASTELO PENAFIEL 1   CASTELO PENAFIEL 2

CASTELO PENAFIEL 3

                                                                                 Fonte: Fotos feito por Maria Francisca Vilas Boas Leffer. Airó-Barcelos- Portugal


 DEPOIS DA ORIGEM DO NOME - VEM A ORIGEM DAS TERRAS - DOS REGUENGOS.

A ORIGEM DA TORRE DE AIRÓ e da quinta do Solar dos Vilas Boas Região do Minho.

JOÃO ANNES DE VILLASBOAS foi o Senhor da Torre de Ayró, em São Jorge de Ayró. Fidalgo muito distinto. Isso está escrito nos registros do Rei D. Dinis I (1261-1325) – reinado (1279-1325). Filho de D. Afonso III.

TERRAS DE AIRÓ 1    TERRAS DE AIRÓ 2   TERRAS DE AIRÓ 3

 TERRAS DE AIRÓ 4   TERRAS DE AIRÓ 5

Fonte: Fotos feito por Maria Francisca Vilas Boas Leffer. Airó-Barcelos-Portugal

 No entanto, essa Torre, como conta a história, pertenceu antes, a Gonçalo Gil de Airó.


Gonçalo Gil viveu durante o Reinaldo de D. Afonso III (1210-1279) rei português e pai de D. Dinis, que criou a linhagem Vilas Boas. O reinado de D. Afonso III foi de (1248-1279).
É muito provável que aqueles dois irmãos que vieram da Florença, para servir a D. Sancho II, alguns de seus descentes tenham-se casado com alguma  Senhora descendente de Gonçalo Gil de Airó e que fossem pais de João Annes de Vilas Boas, Senhor da Torre de Airó e dos reguengos de Vilas Boas, em  que damos princípio a este título cuja opinião parece a mais consistente com a verdade. (pt.scribd.com/doc/135829474/gayo-Vilasboas)


REIS DE PORTUGAL

- Afonso II – (1185-1223) reinado (1211-1223.)
Seus filhos:
- Sancho II – (1209-1278) – reinado (1223-1247) – IRMÃOS marco da nossa história.
- Afonso III – 1210-1279) – reinado (1248-1279);
Filhos de Afonso III
- D. Dinis – (1261-1325 – reinado – 1325-1357)
Filho único
- D. Pedro I de Portugal – (1320-1367) – reinado – (1357-1367) – filho de D. João I
- D. Pedro I de Castela – (30/08/1334-1369) foi Rei de Castela – sobrinho de D. Pedro I de Portugal. Filho de Afonso XI de Castela e Maria de Portugal.

    DIVISÃO DAS REGIÕES DE POTUGAL 1

OS DESCENDENTES DE JOÃO ANNES VILLASBOAS

O filho de João Annes de Villas Bôas, Fernão Anes de Villas Bôas, foi também Senhor da Torre e Quinta de Vilas Boas, em Airó, Solar desta família, e dos reguengos (terras do Rei) de Vilas Boas. Foi vassalo (súdito do Rei) de D. Dinis, filho de D. Afonso III. Período esse que vai de (1279-1325).
O filho de Fernão Anes de Vilasboas, Diogo Fernandes de Villasboas, foi Senhor da Quinta e Torre de Airó e dos reguengos de Vilasboas em Trás-os-Montes, no reinado de D. Pedro I de Portugal (1357-1367).
Diogo Fernandes de Villasboas viveu no tempo do Rei D. Pedro I de Portugal, porém pela demasiada liberdade em que vivia com os moradores das suas terras, quis o Rei castigá-lo, e este ausentando-se para evitar o castigo, D. Pedro I tirou todos os seus bens da Coroa, e Reguengos. Mais tarde seu filho D. Fernando I, reinado (1367-1383) deu esses bens à Casa de Abreus de Regalados, como diz Álvaro Ferreira de Vera nas Notas do Conde D. Pedro - Plana 218 fl. 644.

 CASA DOS REGALADOS 1

Casa  de Abreu de Regalados.

 Devido a um desentendimento como Rei de Portugal, Diogo Fernandes de Villas Boas passou à Castela onde serviu o Rei D. Pedro I de Castela (reinado 1350-1369), com valor reconhecido nas fronteiras de Granada. Depois da morte de D. Pedro I de Portugal (1367), voltou a Portugal. Casou-ser e foi morar na sua Quinta de Ayró.

TERRAS DE AIRÓ 6

Fonte: fotos feito por Maria Francisca Vilas Boas Leffer. Airó-Barcelos- Portugal

Em 1529 Isabel Annes de Vilas Boas filha de João Gonçalves de Vilas Boas instituiu o morgadio que fez vínculo de seus bens,. A Quinta e a Torre de Ayró, para o qual chamou seu sobrinho neto Antonio Dias Vilas Boas como administrador desses bens., cuja instituição está na nota do Tabelião João Álvares de Oliveira de 09/11/1696, lançada nesta era na dita nota.
Antonio Dias Vilas Boas foi senhor do morgado de Vilasboas que entrava a Torre e a Quinta de Ayró, solar desta família.
A partir do filho de Antonio Dia Vilasboas, Diogo de Vilasboas, casado com Dona Isabel Caminha, começa o (de) no sobrenome Vilasboas e também os sobrenomes Caminha e Sampaio., isso foi no Século XVI para o século XVII.


O COMEÇO DA FAMÍLIA VILASBOAS SAMPAIO

O neto de Diogo de Vilasboas, chamado Diogo Vilas Boas Caminha casou com Dona Ana de Carvalho Sampaio (Século XVII).
Um dos filhos de Diogo Vilasboas Caminha e de Dona Ana de Carvalho Sampaio é Antônio Vilas Boas Sampaio (1629-1701) (Século XVII).
Antônio de Vilas Boas Sampaio, nasceu em 1629, na freguesia de São Martinho de Fareja, termo de Guimarães (embora alguém o queira fazer natural de Barcelos, onde faleceu a 26/11/1721). Antônio de Vilas Boas Sampaio, autor da Nobiliarquia Portuguesa. Era filho de Diogo Vilas Boas Caminha, Senhor do Solar dos Vilas Boas, no termo de Barcelos, o qual casara com D. Ana de Carvalho Sampaio. D. Antônio de Vilas Boas Sampaio foi juiz de fora de Vila do Conde e de Viseu.
- A casa dos Vilas Boas Sampaio está localizada na Rua Fernando de Magalhães n° 48 e 56, sua construção Século XVII. (Arquivo Municipal). 

MF PRÉDIOS DOS QUINTAS 1

D. Antônio de Vilas Boas Sampaio, o célebre autor da Nobiliarchia Potugueza e do Auto da Lavanderia de Ayró, entre outras obras. Jaz na capela da casa, junto da qual existiu uma torre, hoje desaparecida.
MF CAPELA    MF CAPELA BRASÃO 1

Fonte: Fotos tiradas por Maria Francisca Vilas Boas Leffer

Capela de São José do onde tinha a Torre de Ayró, construída no Século XVII por Antônio Vilas Boas de Sampaio

MF CAPELA PLACA 1

Fonte: Fotos tiradas por Maria Francisca Vilas Boas Leffer. Airó-Barcelos-Portugal

TRADUÇÃO

Quem te dedica ó José este pequeno Santuário, roga em troca o céu com o teu auxílio. Embora pela muito por um pequeno dom, reconhece que nada aquilo que dá julga que é tudo aquilo que pede.

INTERIOR DA CAPELA

MF CAPELA ALTAR 1   MF CAPELA ALTAR DETALHE 2   MF CAPELA PLACA 2

MF CAPELA JANELA   MF CAPELA AZULEIJO PORTUGUÊS 1

MF CAPELA VASO 1   MF CAPELA IMAGEM SANTO 1

Fonte: Fotos tiradas por Maria Francisca Vilas Boas Leffer. Airó-Barcelos-Portugal

 

A QUESTÃO DE NOSSO BRASÃO

Tem a ver com Diogo Fernandes de Vilas Boas

Relembrando... Diogo Fernandes de Vilas Boas passou a Castela a servir o Rei D. Pedro I, onde serviu com valor nas fronteiras de Granada, e ganhou por seu esforço no BRASÃO DE ARMAS, que é o de que usam seus descendentes que são os seguintes: um escudo esquartejado, o primeiro quadrante de vermelho, um Castelo de prata com 3 torres com portas lavradas de preto, saindo da torre do meio um ramo de Palma verde, e ao segundo quadrante de Azul, um Dragão de prata volante com o rabo retorcido e sua língua vermelha, e assim os contrários.  Timbre meio Dragão das Armas voando com um ramo de Palma na boca tonalidade verde, e ficou usando destas Armas deixando as de seus ascendentes da Torre, os dois homens Armados como fica dito.

0 LOGO FAMÍLIA VILLAS BÔAS

Fonte: https://pt.scribd.com/doc/135829474/Gayo-Vilasboas-pdf

 São essas as Armas, porque estando para se conquistar um Castelo, cujo assalto se destinava para a segunda-feira seguinte ao Domingo de Ramos, e estando Diogo Fernandes de Vilas Boas na Igreja assistindo aos ofícios divinos deste dia, e dando-lhe uma Palma, prometera ao Apóstolo São Tiago, ao outro dia, pôr a dita Palma nas ameias de uma torre, e com efeito assim o praticou, e se conquistou o dito Castelo, e tomara por isso o Castelo com a Palma por Armas, e o Dragão pelo valor com que pelejara.

Uma outra descrição das armas do Brasão:

BRASÃO DA FAMÍLIA VILAS BOAS            BRASÃO DA FAMÍLIA VILAS BOAS

 As armas dos Villas Bôas são: “Esquartelado: o primeiro e o quarto de vermelho, com um castelo de prata aberto, iluminado e lavrado de negro, a torre do meio rematada por uma palma de verde; o segundo e o terceiro, com um dragão de prata, voante armado e lampassado de vermelho.”
Timbre: “O dragão do escudo sainte, com uma palma de verde na boca e com sua língua vermelha.”
Segundo o Armorial Lusitano, Diogo Fernandes de Vilas Bôas (neto de João Annes de Villas Bôas) recebeu estas armas de D. Pedro, o cruel, na segunda metade do século XIV.
Desenho e texto: Gentileza de Sérgio Buratto.
Significado de LAMPASSADO: Em HERÁLDICA (estudo das origens), diz-se do animal representado no escudo com a língua de fora, ou da língua deste animal nestas condições. Disponível em: www.genealogia.villasboas.com.br/armas-html

 MF CASTELO DO NOSSO BRASÃO 1

Bandeira do reino de Castela – Esse Castelo está em nosso Brasão.

MF BRASÃO VILLAS BOAS HISTÓRIA 1

 Armas [BRASÃO] de que usaram os primeiros Vilas Boas que era um Castelo em memória do que tomaram junto a VILA, e junto dele dois homens Armados em pé em memória dos dois irmãos cujas Armas deixou Diogo Fernandes de Vilas Boas.
O Brasão que tem a palma é que vem da descendência de Diogo Fernandes de Vilasboas. Sendo assim, confirma-se a tradição de que a palma foi posta por Diogo Fernandes de Vilasboas, na segunda-feira imediata ao Domingo de Ramos, por haver colocado uma palma nos ameios de uma torre de certo Castelo, que prometeu praticar ao Apóstolo São Tiago, quando assistia ao ofício de Ramos.

 MF BRASÃO DE CASTELA 1

Brasão da Monarquia de Castela

MF MAPA PORTUGAL E CASTELA

Reino de CASTELA


OUTROS BRASÕES DE VILAS BOAS

MF BRASÃO VILLAS BOAS HISTÓRIA 2

Brasão da Família Mesquita de Vilas Boas na Aldeia Vilas Boas/Vila Flor

O MORGADIO DA FAMÍLIA VILLAS-BÔAS

Em 1529 Isabel Annes de Vilas Boas, filha de João Gonçalves de Vilas Boas instituiu o “morgadio” que fez vínculo de seus bens, a quinta e a Torre de Ayró, para o qual chamou seu sobrinho neto Antônio Dias Vilas Boas como administrador desses bens, cuja instituição está na nota do Tabelião João Álvares de Oliveira de 09/11/1696, lançada neta era na dita nota.
Desta forma, a Torre e a Quinta de Ayró pertenceu primeiramente a Gonçalo Gil de Ayró, mais tarde a João Annes de Vilas Boas e depois a todos os seus descendentes.
Está escrito nos registros históricos de todos os VILLAS-BÔAS que se conhece são descendentes de João Annes de Villas Bôas. Com grande descendência em Portugal, principalmente Barcelos.

SE A NOSSA DESCENDÊNCIA VEIO DE BARCELOS E AIRÓ
VAMOS CONHECER UM POUCO DESSA TERRA ORIGEM.
BARCELOS – PORTUGAL

MF ESTAÇÃO DE BARCELOS 1   MF ESTAÇÃO DE BARCELOS 2

Fonte: Fotos - Maria Francisca Vilas Boas Leffer

Estação Ferroviária de Barcelos

MF ESTAÇÃO DE BARCELOS 4   MF ESTAÇÃO DE BARCELOS 5

Rio Cávado banha a cidade de Barcelos

Fonte: Fotos - Maria Francisca Vilas Boas Leffer

MF ESTAÇÃO DE BARCELOS 8   MF ESTAÇÃO DE BARCELOS 9

A cidade em si

MF ESTAÇÃO DE BARCELOS 13   MF ESTAÇÃO DE BARCELOS 16

MF ESTAÇÃO DE BARCELOS 17   MF ESTAÇÃO DE BARCELOS 18   MF ESTAÇÃO DE BARCELOS 20

MF ESTAÇÃO DE BARCELOS 14   MF ESTAÇÃO DE BARCELOS 22  

MF ESTAÇÃO DE BARCELOS 21   MF ESTAÇÃO DE BARCELOS 24

ONDE FOI FEITO A MAIOR  PARTE DA PESQUISA: AIRÓ

MF AIRÓ 2  MF AIRÓ 3

 MF AIRÓ 1   MF AIRÓ 6

MF AIRÓ 5   MF AIRÓ 4

MF AIRÓ 12   MF AIRÓ 13

MF AIRÓ 14   MF AIRÓ 15

MF AIRÓ 16   MF AIRÓ 11

Fonte: Fotos tiradas por Maria Francisca Vilas Boas Leffer. Barcelos-Portugal

OS CONDES DE VILAS BOAS DO SÉCULO XX e XXI

O Título de Conde de Vilas Boas foi criado por decreto do Rei D. Carlos I de Portugal, datado de 20 de Maio de 1.907 a favor de Fernando Magalhães de Menezes, Tenente da Armada e proprietário em Barcelos e Amarante.
O 1º. Conde de VIlas Boas (15.02.1873, Paço de Vilas Boas, Barcelos – 03.12.1951, Porto.)

MF CONDE VILLAS BÔAS 2

O 1º Conde de Vilas Boas (12.02.1873 Paço de Vilas Boas, Barcelos – 03.12.1951, Porto),  era filho e herdeiro do General Fernando de Magalhães e Menezes, era chefe da Família Vilas Boas, de Barcelos e Magalhães e Menezes, de Amarante, e proprietário do Paço dos Vilas Boas em Barcelos e da Casa de Airó, nos Arredores de Barcelos.

MF CONDE VILLAS BÔAS 3

Disponível: www.pt.wikipedia.org/Conde_de_Vilas Boas

O 2º. Conde de Vilas Boas – Fernando Magalhães e Menezes Forjaz (11.04.1915 – 14.06.1958) filho do 1º. Conde de Vilas Boas, Engenheiro Técnico, faleceu sem descendência.
3º. Conde de Vilas Boas – José de Magalhães e Menezes Forjaz (11.04.1918 – 17.04.1982), irmão do 2º. Conde de Vilas Boas, Engenheiro Civil, tendo ocupado vários cargos de gestão industrial, entre os quais Chefe de Serviço e Diretor Técnico da Metalurgia do Noerte. Casou-se com Helena Cisneiros Ferreira Ferin Cunha, com descendência.

MF CONDE VILLAS BÔAS 4

Filho de José Magalhães e Menezaes Forjaz e Helena Cismeiros Ferreira Ferin Cunha. – Procurador do Ministério Público em Portimão em Algarves. É casado com Maria Antônia Marreiros Duarte, com descendência. O processo mais mediático sob a sua alçada foi o caso Madeliene McCann.

MF CASA SOLAR DOS MAGALHÃES 1    MF CASA SOLAR DOS MAGALHÃES 2

O Solar dos Magalhães pertenceu aos Magalhães de Alvellos, um ramo colateral desta estirpe, proveniente de António de Magalhães e Menezes, que se estabeleceu em Amarante por volta de 1570/1580. Deste, a casa foi transmitida aos da linhagem e era seu senhor, em 1726, Fernão de Magalhães e Menezes. Sabe-se, ainda, que a respectiva Carta de Brasão, lavrada em 15 de junho 1606, foi concedida por D. FelipeIl a António de Magalhães Cerqueira. No dia 18 de abril e 1809, Felipe II a António de Magalhães Cerqueira. No dia 18 de Abril de 1809, no âmbito der passagem de uma coluna do exército das tropas Napoleónicas proveniente do Porto, em direção a Trás-os-Montes, o Solar foi a primeira casa senhorial a ser incendiada, após uma batalha com as forças anglo-portuguesas. Depois do incêndio, a casa jamais seria habitada, sendo, atualmente, um símbolo da resistência de Amarante face a Napoleão Bonaparte. Em data incerta, o Solar tornou-se propriedade da família Carvalhal de Alvito, sendo depois transmitido a Joaquim Ferreira Torres, que, no dia 14 de outubro de 1969, o deu ao Município de Amarante.
Classificação: Imóvel de Interesse Público. – Época de construção: Século XVI. – Utilização inicial: Residência nobre – Utilização atual: Marco histórico (ruína) – Propriedade: Câmara Municipal de Amarante.  -  Largo de Santa Luzia – 4600-758 Amarante - 41°16.18.2”N / 8°04’56.01”O.

Disponível em: festivalconfluencias.cimtamegaesousa.pt/venue/solar-dos-magallhaes-amarante

 

BRASÃO - ARMA DOS CONDES

MF BRASÃO DE CONDES 1    MF BRASÃO DE CONDES 2

 

José de Magalhães e Meneses de Vilas Boas, natural de Freixo de Baixo Amarrante, casou a 29/05/1799, NA Capela da Casa de Alvelos, em Freixo de Baixo, com sua prima D. Mércia Júlia de Vilas Boas Sampaio, Senhora da Casa de Paços de Airó (Sampaio) e da casa dos Vilas Boas Sampaio, em Barcelos. Desta casa, que habitou em Barcelos. Deste casal, que habitou em Barcelos, na Casa dos Vilas Boas junto à ponte, descende a família Magalhães e Menezes Vilas Boas, Condes de Vilas Boas e de de Alvelos, com larga descendência muito estudada (cf. por ex° os Carvalhos de Basto, de Eugénio Andreia da Cunha Freitas e outros, Volç.?? Pag. 100-ss)

 

MF CASA DOS VILLAS BÔAS SAMPAIO 1

Localizada na Rua Fernando Magalhães n° 48 a 56. Embora a sua datação exata seja difícil, a maior parte do edifício será provavelmente do século XVII.

VILLAS BOAS ou VILAS BOAS SAMPAIO - CARIMBO EM SUAS FISIONOMIAS
TESTA – NARIZ – ORELHA – TODOS NÓS TEMOS O CARIMBO DE VILLAS-BÔAS

MF VILLAS BÔAS E SAMPAIO

Paulo Celso VILLAS BOAS com a prima Dilma Shyrley VILAS BOAS Sampaio 

A MIGRAÇÃO DA FAMÍLIA VILAS BOAS PARA O BRASIL

Ainda no século XVII: Os descendentes da Família Vilas Boas começam a imigrar para o Brasil: ( Bahia, Maranhão, São Paulo )
Outros na primeira metade do Século XVIII: e fixaram-se em São João Del-Rei – Mg, de onde são provenientes ás famílias Nogueira da Gama,;

os Villas Bôas que vieram em Angustura, Campanha, Lavras, Nepomuceno, Barbacena e outras cidades de Minhas Gerais;

os Villas Bôasde Casa Branca, São Simão Nhumirim, Santa Rosa do Viterbo, Santa Rita do Passa Quatro, Porto Ferreira, Araras, Fartura e outras cidades de São Paulo- Sp,

os Villas Bôas de Santo Antônio da Platina, Curitiba e outras cidades do Estado do Paraná. (essas informações foram atualizadas 16/02/2004).

 

OS VILLAS-BÔAS DO SÉCULO XXI

 

I ENCONTRO DA FAMÍLIA VILLAS-BÔAS EM SALVADOR – BAHIA – 2015

FOTO OFICIAL 1

 

II ENCONTRO DA FAMÍLIA VILLAS-BOAS EM CURITIBA – PARANÁ – 2016

 0 PARTICIPANTES VILLAS BOAS

 

III ENCONTRO DA FAMÍLIA VILLAS-BOAS EM CUIABÁ – MATO GROSSO – 2017

 FINAL DO ENCONTRO 2

.

PERSONALIDADES – VILLAS-BÔAS NO BRASIL FAZENDO HISTÓRIA

MF IRMÃOS VILLAS BOAS 1   MF IRMÃOS VILLAS BOAS 2

ORLANDO – CLÁUDIO E LEONARDO VILLAS BOAS - Sertanistas, indígnistas - HUMANISTAS

MF IRMÃOS VILLAS BOAS 3   MF IRMÃOS VILLAS BOAS 4

SRA. MARINA (trabalhou no projeto no Parque Nacional do Xingú) esposa de Orlando VILLAS BOAS e seu Filho Noel filho de Orlando

MF I EDUARDO VILLAS BOAS   MF I EDUARDO VILLAS BOAS 2

GENERAL EDUARDO DIAS DA COSTA VILLAS BÔAS
COMANTE GERAL DO EXÉRCITO BRASILEIRO

 

CURIOSIDADES - Colaboração de Paulo Celso Villas Boas

Hoje em nossa família temos o nosso sobrenome escrito de várias formas, assim pesquisei por curiosidade a ortografia da linguagem arcaica da época e a resposta mais simples para transcrever aqui foi de um outro curioso.


Villas Boas – Vilas Boas – Villasboas - Vilasboas.

Consoantes dobradas na antiga ortografia arcaica da Língua Portuguesa.

“As consoantes dobradas vinham imediatamente após a sílaba tônica, talvez para indicar a tonicidade da mesma. Se é verdade, então nesse caso os caracteres repetidos faziam as vezes dos acentos gráficos. Observo que as letras mais repetidas eram "l", "n" e "t", mas também "b", "c", "f", "m", "p", etc. No Brasil, ainda hoje, muitos apelidos portugueses conservam a grafia antiga, sendo escritos Villas, Mello, Senna, Mattos, etc. Já as palavras comuns ajustaram-se todas à nova ortografia.
Casos existiam, no entanto, em que o caractere repetido antecedia a sílaba tônica da palavra ou fazia parte dela (Affonseca, commercio).
Em tempo: Isso é um vespeiro para aqueles que estudiosos da língua portuguesa, então..., vamos deixar apenas como curiosidade.

 

Compartilhe...

Submit to DeliciousSubmit to DiggSubmit to FacebookSubmit to Google BookmarksSubmit to StumbleuponSubmit to TechnoratiSubmit to TwitterSubmit to LinkedIn