O QUE É UMA PASSAGEM DE ANO? 2016 – 2017 Versão V

Compartilhe...

Submit to DeliciousSubmit to DiggSubmit to FacebookSubmit to Google BookmarksSubmit to StumbleuponSubmit to TechnoratiSubmit to TwitterSubmit to LinkedIn

O QUE É UMA PASSAGEM DE ANO?

 2016 – 2017 Versão V

Todo final de ano a humanidade faz sua retrospectiva dos fatos nele acontecidos. No início de um novo ano, desejamos esperança, renascimento, otimismo e muitos votos de prosperidade e saúde para as pessoas que encontramos, para aquelas que gostamos e com as quais nos relacionamos.

Continuo afirmando que vivo o fim de ano como se fosse o meu último ano de vida, mas respirando e abrindo os olhos a cada dia. Então vejo que tenho que acreditar em um novo futuro, que preciso lutar e sonhar que não seremos abandonados por quem quer que seja. Só depende de mim, assim como também continuar informando os incautos.

Acredito nesse país. Acredito ainda em seu povo, apesar de pacífico. Porém, tudo tem limite nessa vida.

Quando me perguntam qual o meu partido ou qual político defendo ou admiro, respondo: “O meu partido é o Brasil; não respeito cartilhas.” Sou uma pessoa que acredita na magia do Papai Noel, que reverencia a chegada de Cristo que faz renascer a energia dentro da fé em um novo Brasil. E assim como Cristo no templo diante dos comerciantes, quero justiça sem anarquia, sem ódio, mas mostrando que em seu templo não há lugar para incrédulos. Assim sou eu com relação a políticos que não respeitam esse grande templo chamado Brasil: também quero a liberdade de ser respeitado, sem preconceitos de qualquer iniciativa popular ou de nações, desde que também me respeitem a livre e democrática opinião. Isso me faz transitar em meu país sem restrições, não pertencendo e não apoiando doutrinas esquizofrênicas. Isso, dentro do meu eu, chamo de Fé e assim preciso acreditar que, com os erros dos políticos, o povo invadirá o Congresso Nacional. Este, tornou-se um antro de pessoas de mau caráter, onde a passagem dos erros do executivo é abençoada pelo judiciário. O povo não aguenta mais, chegando a física e moralmente agredir seus representantes em lugares públicos, principalmente em aeroportos, onde ficam expostos, não podendo se esconder. Dessa forma o povo logo chegará dentro do Congresso Nacional e colocará todos no olho da rua. Reergueremos esse país com muita paz, com respeito ao dinheiro público e a todas as classes sociais. Amparados pela Constituição faremos a limpeza, retirando todos os safados e ladrões desse país.

Como?

MUDANÇA DE COMPORTAMENTO É A PALAVRA DE ORDEM!  É nosso dever colocar o patriotismo e nossa brasilidade acima de tudo, e mostrar ao mundo que podemos mudar esse quadro, essa vergonha nacional que escancaradamente vem acontecendo na política, suportada passivamente pelos brasileiros, até agora.

MUDANÇA DE COMPORTAMENTO

Na IV versão: O que é uma passagem de ano? -- 2015-2016 --  abordei:

O Brasil é o país mais corrupto do mundo. – Mais de 80 Bilhões desviados em corrupção por ano.

80 BILHÕES EM DESVIO PÚBLICO

Comentei também sobre a DITADURA VERMELHA no paraíso do faz de conta. Ela exige que o povo brasileiro trabalhe à exaustão cinco meses para o governo, com pesados impostos, fora os indiretos, que diretamente chegam ao governo -- quando compramos alimentos ou pagamos energia, água, telefone, e de compras em lojas ou restaurantes. Seguindo a estratégia, a ditadura vermelha empurrou e continua empurrando goela abaixo a farra do nosso dinheiro para financiar obras em outros países, para implantação do hoje fraco Foro de São Paulo e outros projetos como CEPLAC, UNASUL e assim por diante. Será que os exemplos de Cuba, Venezuela e outros países da América Latina falidos com esse modelo de socialismo imperialista, não bastam para a nação brasileira?

X4 DITADURA VERMELHA

VENEZUELA -- Nós brasileiros não queremos como espelho a VENEZUELA, não queremos mesmo! Para isso temos que valorizar as empresas nacionais e que as empresas que aqui se instalam, possam gerar emprego sem as escravaturas do capitalismo selvagem.

MANIFESTANTES VENEZUELA

Nesse ano que chega ao fim aconteceram vários fatos sociais e políticos. Vamos então resumir:

No âmbito social a Fundação VILLAS-BÔAS executou:

Em julho: A FVB participou como propositor do primeiro debate de políticas públicas para a inclusão dos sobrenomes dos indígenas no Pará em sua Carteira de Identidade, para que não sofram mais constrangimentos na esfera jurídica, na saúde e na educação.

IDENTIDADE INDÍGENA

De outubro a dezembro: A FVB deu suporte à ocupação pelos indígenas do DISEI-Pa. Pela intransigência do Ministro da Saúde, da não indicação de um indígena para a chefia desse órgão, onde documentalmente há provas de desvios de dinheiro público aonde os serviços executados (fictícios) não chegaram às comunidades indígenas. Como prova maior, nos sessenta dias de ocupação morreram sete indígenas por falta de atendimento e/ou medicamentos nas comunidades.

DISEI PAULO E OS INDÍGENAS 1

Na esfera Política:

Em meados de 2016, a PF, o MPF, e a Receita Federal tiveram indícios de que parte do dinheiro da corrupção de estatais e empreiteiras do Brasil estava sendo "lavada" por uma rede de doleiros até então desconhecida, instalada em Angola, o novo paraíso fiscal. Outros países como Nigéria, Moçambique e República Dominicana, também ficaram na mira dos investigadores.

Janeiro de 2016: o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que o esquema de corrupção sustentado pelo PP na Petrobras havia desviado R$ 357,9 milhões dos cofres da estatal. A investigação também aconteceu na atuação do PT, PP e do PMDB no esquema. As três legendas, conforme o MPF, agiam como controladoras de áreas estratégicas da Petrobras, por meio do controle de diretorias, e beneficiárias diretas de desvios. 

Fevereiro de 2016: de acordo com o jornal El País, a Lava Jato ganhou alcance internacional com a prisão de João Santana e com a suspeita da Odebrecht ter pago propina de três milhões de dólares ao presidente do PeruOllanta Humala.

Em 29 de fevereiro: o procurador da República, Deltan Dallagnol, enviou uma manifestação à ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendendo que fosse mantida a investigação em curso sobre propriedades atribuídas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dentro da Operação Lava Jato, a cargo do Ministério Público Federal no Paraná. O ofício havia sido uma resposta a um pedido feito por Lula para suspender a investigação sobre o apartamento no Guarujá e o sítio em Atibaia, que haviam envolvido construtoras investigadas no escândalo da Petrobras.

Deltan Dallagnol e LULA

Março: de acordo com a revista Isto É, o senador do PT Delcídio do Amaral disse em depoimento, em acordo de delação premiada, que Dilma e o ex-presidente Lula tentaram interferir na Operação Lava Jato.

De acordo com a revista, a então presidente havia conversado com auxiliares e nomeado ministros para tribunais superiores favoráveis à tese das defesas de acusados. 

Em 14 de março: o deputado Pedro Corrêa fechou acordo de deleção premiada.

Em 15 de março: o ministro do STF, Toeri Zavascki, homologou a delação do senador Delcídio do Amaral.

Em 17 de março:  o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e o procurador geral da Suíça, Michael Lauber, se reuniram em Berna para discutir cooperação entre os dois gabinetes com relação aos desvios na Petrobras. De acordo com comunicado da Suíça emitido no mesmo dia, os US$ 70 milhões que haviam sido congelados deveriam retornar ao Brasil. Haviam sessenta investigações que geraram o congelamento de 800 milhões de dólares.

Em entrevista à Revista Veja, Delcídio Amaral disse que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sabiam sobre esquema de corrupção na Petrobras.

LULA E DILMA SABIAM DE TUDO CORRUPÇÃO

Delcídio, após delação premiada, revelou detalhes sobre um suposto plano para impedir que as investigações comandadas pelo juiz Sérgio Moro fossem adiante. Durante a entrevista, o senador repetiu várias vezes um "mea culpa" e disse que queria "ajudar a Justiça e a sociedade brasileira a descobrir quem são os verdadeiros vilões desta história".

Em Portugal, Dilma teria conversado informalmente com o ex-ministro da Justiça Cardoso e o ministro Lewandowski. Teori Zavascki, relator da Lava-Jato, não participou do encontro. Segundo o senador, Dilma teria tentado convencer Lewandowski a aderir, mas fracassou.

Em 19 de março: entrevista à Veja, Delcídio do Amaral afirmou que José Eduardo Cardozo havia vazado informações sobre a Operação Lava Jato na época em que era ministro da justiça para a presidente Dilma e outros interessados. Em nota, Cardozo negou as acusações e disse que iria tomar as medidas judiciais cabíveis.

Em 22 de março: desencadeou-se a "Operação Xepa" em oito estados.

Em 24 de março:  a ministra do STF, Carmen Lúcia, afirmou que a Lava Jato respeita rigorosamente a Constituição e as leis.

Em 3 de abril A Panama Papers revelou que a Mossack Fonseca havia criado offshores para pelo menos 57 indivíduos já publicamente relacionados ao esquema de corrupção originado na Petrobras. As informações eram originais, da base de dados da Mossack Fonseca, obtidas pelo jornal alemão Süddeutsche Zeitung e compartilhadas com o ICIJ.

11 de abril: por 38 votos a 27, a comissão do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff aprovou o parecer do relator, o deputado Jovair Arantes.

04 de maio: O procurador-geral da República enviou ao STF um pedido de abertura de inquérito para investigar a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, na época ministro da justiça, por obstrução à justiça em tentativa de atrapalhar as investigações da Lava Jato, e também a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ministro da Casa Civil em 2016. 

05 de maio: O Supremo Tribunal Federal decidiu pelo afastamento de Eduardo Cunha da Presidência da Câmara de Deputados do Brasil.

12 de maio: Dilma Rousseff é afastada da Presidência da República após votação no Senado Federal pela admissibilidade do parecer favorável ao processo de impeachment. Quem assumiu interinamente por 180 dias foi Michel Temer, vice presidente.

07 de julho: O deputado afastado Eduardo Cunha renunciou ao cargo de presidente da Câmara dos Deputados do Brasil.

14 de julho: Rodrigo Maia é eleito presidente da Câmara dos Deputados do Brasil.

31 de agosto: Dilma Rousseff  foi definitivamente afastada da Presidência da República e Michel Temer assumiu o cargo titularmente.

IMPEACHMENT DE DILMA

Em setembro: A Procuradoria Geral da República prorrogou a força-tarefa da operação até o ano seguinte.

16 de novembro: O ex-governador do Rio de JaneiroAnthony Garotinho, foi preso pela Polícia Federal, na Operação Chequinho.

Em 19 de outubro: O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, foi preso na Lava Jato, por decisão do juiz Sérgio Moro, após Cunha haver perdido o foro privilegiado ao ser cassado pelo plenário da Câmara.

17 de novembro: O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, foi preso pela Polícia Federal, na 37ª fase da Operação Lava Jato.

04 de dezembro: Diversas manifestações contra a corrupção ocorreram em 26 estados e no Distrito Federal, assim como também em apoio à Operação Lava Jato e às Dez Medidas contra a corrupção, do projeto original do Ministério Público Federal.

14 de dezembro: O Deputado Rogério Rosso, autor do projeto 298/2016, soltou novo golpe no Brasil, apoiado por 192 deputados, para a ABERTURA DE NOVA CONSTITUITE com um só objetivo -- mudar a atual constituição para livrar os corruptos, ladrões e safados da Lava a Jato, com toda a certeza.

PEC 298.16

Que Lula vai a pé para Curitiba, num ato simbólico, vai mesmo! Que ele vai se encontrar com a querida, em vez de dar “Tchau, querida!”, sem dúvida! E que irão acertar a cabeça da jararaca, irão, com toda certeza!

 

Contudo, teremos que maciçamente invadir o Congresso Nacional no dia 01/02 e dizer aos políticos que não somos palhaços, muito menos idiotas. Eles se esquecem de que não é o tempo que está mudando; ele já mudou! E assim faremos uma INTERVENÇÃO CÍVICA CONSTITUCIONAL NO PAÍS e não será o General Eduardo VILLAS-BÔAS que fará um discurso oposto. Ele, por si só, não segurará os militares dissidentes que farão a diferença nesse país, os quais também não aguentam mais esse imbróglio.

Tenho dito. 

Eu me amo.

E amo esse país.

Eu acredito

E não vou desistir.

Feliz 2017 para os homens e mulheres que não são covardes e nem omissos, pois a legalidade e a legitimidade dependem de nós. Isso é o que as Forças Armadas vão esperar no dia 01/02/2017.

Queremos um Brasil com políticos de direita, centro e esquerda lutando de fato pelo Brasil com água limpa,alimentos nutritivos, moradia acessível, educação personalizada, assistência médica de primeira e energia abundante e não poluente, respeito aos direitos humanos (e não aos ladrões, crianças assassinas e políticos safados!). 

Será tudo isso utopia?

Creio que não.

 

Paulo VILLAS BÔAS 6

Paulo VILLAS-BÔAS
Presidente da Expedição e Fundação VILLAS-BÔAS

Compartilhe...

Submit to DeliciousSubmit to DiggSubmit to FacebookSubmit to Google BookmarksSubmit to StumbleuponSubmit to TechnoratiSubmit to TwitterSubmit to LinkedIn