CURSO FAUNÍSTICO COM TÉCNICA DE RASTREAMENTO.

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PREZADOS EDITORES DE TODO O PAÍS.

Prezados interessados em participar da Expedição VILLAS-BÔAS. Faça o seu contato, divulgue.

A Fundação VILLAS-BÔAS, com seus expedicionários, quer passar pelas cidades ou Estados que tem assinatura BIOCAPI Consultoria Ambiental, encabeçada pela expedicionária e Bióloga Claudia Aparecida Pimenta.  Esta é uma oportunidade para os brasileiros poderem realizar o CURSO FAUNÍSTICO COM TÉCNICA DE RASTREAMENTO.

A primeira versão será ministrada nos dias 17, 18, 19 e 20/11/2011. (04 dias e 3 noites).

Local: Vale Silvestre Eco Park.

Vagas limitadas: 40 pessoas no máximo.

Telefone para contato:

Vale Silvestre Eco Park = (33) 3271-2728.

BIOCAP = (33) 3267-1118.

Fundação VILLAS-BÔAS = (91) 3235-5951.

Pelos e-mail:

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Ou via internet: www.expedicaovillasboas.com.br com cartão de crédito via pagseguro.

Publico Alvo: estudantes (ensino superior), guias com afinidade de trabalhar com animais silvestres e publico em geral, como empreendedores, pessoas da 3ª idade, pessoas especiais, em tratamento de depressão, ou quem mais se interessar, criando assim vínculo de harmonia entre eles e a natureza.

Material disponibilizado ao participante: CD com o digital do curso.

CERTIFICAÇÃO: O certificado será entregue no término do curso, além de um Certificado de Parceiro da Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil.

PACOTE INCLUI:

Hospedagem em alojamentos compartilhados.

Alimentações: 08 refeições e lanches para Trilha.

Curso com a Bióloga Claudia Pimenta e sua equipe.

INVESTIMENTO POR PESSOA: R$ 400,00

PACOTE NÃO INCLUI: Bebidas, despesas pessoais, e refeições não citadas.

Obs.: Este preço é consolidado no Vale Silvestre Eco Park, base dos Cursos da BIOCAPI. Por ocasião de outros Estados e regiões solicitarem que os membros da Expedição VILLAS-BÔAS, com o Curso itinerante, desloquem-se com sua equipe, serão refeitos os cálculos para definir o preço para cada aluno.

EQUIPE TÉCNICA

  • Claudia Aparecida Pimenta

Bióloga – CRBio 57761/04-D, formação em Licenciatura Ciências Biológicas na Universidade Presidente Antonio Carlos - UNIPAC de Aimorés, Pós-graduada na Universidade Federal de Lavras - UFLA em “Avaliação de Fauna e Flora e no Manejo Ambiental” especialização em Avifauna e Mastofauna com o uso da técnica de rastreamento dos aborígenes Australianos nas metodologias existentes.

  • Marina Schutz de Cristo - Bióloga – CRBio 070321/04.
  • Marcio Laudes - Técnico Ambiental.

Quando houver parcerias com as prefeituras, empresários ou patrocinadores nas possíveis cidades onde o evento ocorrer, o presidente da Fundação VILLAS-BÔAS, Paulo Celso VILLAS-BÔAS, participará também do evento, dando palestras, promovendo a passagem dos integrantes da Expedição VILLAS-BÔAS pela equipe acima citada e arrecadando alimentos não perecíveis para uma entidade local.

O Rastreamento de pegadas é uma técnica incorporada às metodologias existentes para a coleta de dados em campo. Técnica que é só a porta de começo para uma nova relação com a natureza, na qual passamos a ser agentes de sua conservação. Essa técnica é muito ampla, vai além de Rastrear Pegadas deixadas por animais. Está relacionada à descoberta de trilhas da natureza deixadas por meio de um conhecimento ancestral, que leva à percepção sistemática da vida e ao despertar da consciência e do respeito a qualquer manifestação de vida. Dessa forma, é possível uma aproximação ao animal, com a finalidade de registro fotográfico e a vocalização. Além disso, incluem-se um conjunto sistematizado de técnicas de interação que conectam o homem com a natureza, desde o tracking tradicional às habilidades de convivência no mundo natural.

Todos os recursos arrecadados nesse projeto serão destinados às ações dos projetos ancoras da Fundação VILLAS-BÔAS, na cidade de Muaná – Ilha do Marajó.

Marajó apresenta gravíssimos problemas sociais, que vão desde a grande concentração fundiária ao menor Produto Interno Bruto (PIB) do Estado do Pará, além do crescente estado de risco, avanço da pirataria, drogas, pedofilia e prostituição infantil. A região apresenta alguns dos menores Índices Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil. Os outros indicadores também são alarmantes: 80% da população de adultos é considerado pelo TCE como analfabetos funcionais; o atendimento da saúde pública é inexistentes ou caótico na maior parte da região, diante de altas taxas de natalidade e significativos índices de gravidez na adolescência. Mais de 20% não possui documentos básicos e por isso não tem acesso a benefícios públicos como aposentadoria, bolsa família e outros.

UM POUCO SOBRE A FUNDAÇÃO E EXPEDIÇÃO VILLAS-BÔAS

A Expedição VILLAS-BÔAS na Amazônia

O projeto "Expedição Villas-Bôas pelo Brasil" nasceu em 2005, oriundo do antigo sonho do fundador em seguir a tradição dos "Villas-Bôas". Não se espelha em experiências anteriores visto que se trata de projeto mais abrangente, não se focando somente no sertanismo e indígenismo. Hoje, as necessidades do Brasil são o conjunto socioambiental. Esse projeto pretende levar ao povo brasileiro o desenvolvimento socioambiental em toda a sua estrutura, atendendo ao tripé básico: a economia, o homem e a natureza. Na falta de um desses elementos, todas as tentativas de sucesso tornam-se apenas "meros discursos".

Esse grande empreendimento visa identificar os problemas existentes e aperfeiçoar suas soluções. Na estrutura e execução contamos com profissionais de diversos segmentos, engajados e conscientes dessa realidade. Trata-se de projeto de levantamentos de dados e de execuções pontuais, visando levar às populações a transformação de hábitos socioambientais, respeitando as diferenças regionais e suas demandas.

A expedição é formada por diferentes equipes de profissionais, universitários e voluntários de todo o país, selecionados via editais. Está dividida em quatro etapas, contendo cada uma delas várias fases para que possamos percorrer todas as cidades do Brasil, começando pela Amazônia.

Estamos convencidos de que o "ambiental" deve estar em parceria com o "social". A educação, a cultura, a assistência sanitária, assistência médica e psicológica devem alicerçar a sustentabilidade. A exploração científica não deve ser isolada dos fenômenos sociais. A fauna e a flora devem ser valorizadas, respeitadas e estudadas fazendo parte do conjunto.

Aceitamos voluntários de todo o território nacional, veja o nosso vídeo.

http://www.youtube.com/watch?v=TEjiBJuH2_k&feature=related

Paulo Celso VILLAS-BÔAS, Presidente da FVB/EVB - O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

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