Minha Mãe Zilda Silva Villas-Bôas

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Minha Mãe Zilda Silva Villas-Bôas
Saudades:  *09/06/1.920 – +09/12/2007
 
PAULO COM A MÃE ZILDA 1

É muito interessante o ser humano, fico pensando é o que o coração e o sentimento de uma mãe.

Há uns 25 anos atrás fomos à Bebedouro- São Paulo: Meu pai João Baptista Villas-Bôas, minha mãe Zilda Silva Villas-Bôas (na época contava com seus 62 anos) e eu, “Paulo” visitar minha avó materna, chamada carinhosamente pelos filhos, noras, netos e bisnetos de Mãe Rosa ( na época 78 anos), ao despedirmos da Mãe Rosa que ia ao alpendre para acenar desejando uma boa viagem até a capital do Estado de São Paulo.

Quase saindo da cidade o meu pai disse a minha mãe: Zilda estou com tanta saudades dos meus pais e de pronto minha mãe retrucou: Poxa João, Monte Alto fica tão próximo que podemos ir até lá fazer uma oração no túmulos deles e assim foi feito partimos no rumo desta cidade.

Lá fizemos a visita no cemitério e referenciamos em frente dos túmulos de José Venâncio Villas- Bôas e Isaltina Mendes Villas-Bôas, ao sair não lembro o que meu pai disse a minha mãe que ela logo espinafrou: Ah! João vá procurar seus parentes e ele disse: Sabe que me deu uma grande idéia! Vamos sim procurar meus parentes! E assim foi feito saindo do cemitério encontrou um homem e perguntou: Sabes onde moram os VILLAS-BÔAS, ele de pronto disse o senhor vira a direita e logo a duas quadras abaixo tem o Empório João Villas-Bôas, mesmo com minha mãe emburrada lá fomos nós.

Um senhor estava lavando o empório em pleno domingo, Meu pai exclamou: O senhor pode chamar o João Villas-Bôas? - Sou eu o que o senhor deseja. Meu pai disse sou João Baptista Villas-Bôas, filho de Venâncio Villas-Bôas, você conheceu? É lógico era o meu tio, que legal você é meu primo, venha conhecer minha família e logo depois fomos conhecer seus pais que moravam duas quadras acima. Foi só reminiscência este contou várias histórias de meu avô, suas fazendas e peripécias, depois de um bom papo, partimos para São Paulo, almoçamos em São Carlos, descansamos um pouco e pelo transito da estrada e outras paradas que era peculiar de meu pai, fomos chegar à nossa casa uma 19:00 horas, sem parada alguma chegaríamos umas 13:00 horas.

Resumindo esta história: Todo final de viagem ao chegar em casa minha mãe ligava para minha avó “Mãe Rosa” que já havíamos chegado, e logo minha mãe reportou que levou uma baita bronca de sua mãe, pois a mesma estava preocupada, pois ficou a tarde toda impaciente a espera de noticias de sua chegada, damos boas gargalhadas pois para mãe não existe idade e a bronca vem mesmo independentemente da idade que temos.

Hoje a espiritualidade ganha mais uma filha; Festejando o céu com todos os seus entes queridos. Sinto uma dor grande, sabendo que ninguém fica para semente como reportei para um rude e maquiavélico frio profissional médico de UTI, com toda minha coragem e sangue de um VILLAS-BÔAS, sinto-me fragilizado e desprotegido pela falta que fará os telefonemas costumeiros dominicais que não existira mais. Sua eterna preocupação de MÃE: Paulo, oro para Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora de Nazaré, para que encontre forças para seguir seu projeto de vida: Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil, pela minha família e principalmente meu filho mais velho Laumer Celso, seu protegido.

Saudades minha mãezinha querida. 
Paulo Celso VILLAS-BÔAS

 

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