Plano para privatizar a Amazônia

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Em outubro de 2006 eu publiquei esse editorial.
A cada ano que passa ele fica mais atual, pois naquela época me chamavam que estava desvairando, pois eu alertava em relação ao que o grande sertanista Orlando VILLAS-BÔAS propagou antes mesmo da sua morte em 2002, onde tem um vídeo famoso que corre no youtube.
Somos sabedores das pretensões não só da Inglaterra, como hoje dos franceses, canadenses, franceses, como também os japoneses.
As lideranças indígenas que ainda escutam, venho alertando do grande golpe que estão a sofrer, onde essas ONG’s estrangeiras os fazem de marionetes incitam para que eles tenham mais ódios do atual governo, para interesses que não são mais escusos.


VILLAS-BÔAS – Paulo Celso
01 de fevereiro de 2020

GOVERNO INGLÊS DIVULGA PLANO PARA
PRIVATIZAR A AMAZÔNIA.

Fonte: Folha de São Paulo – 03/10/2006.

O governo inglês, por meio de David Miliband, secretário do Meio Ambiente britânico, divulgou na semana passada no México um plano para transformar a floresta amazônica em uma grande área privada. O anuncio foi feito em um encontro realizado na cidade de Monterrey, segundo informou o jornal “Daily Telegraph”. O evento reuniu os governos dos 20 PAÍSES MAIS POLUIDORES DO MUNDO.


A proposta inglesa, que conta com o aval do primeiro ministro Tony Blair, visa proteger a floresta, segundo Miliband. O próprio político admitiu que a idéia esta em seu estágio inicial e que será preciso discutir as questões de soberania da região com o Brasil. O plano prevê que uma grande área da Amazônia passaria a ser administrada por um consorcio internacional.


Grupos ou mesmo pessoas físicas poderiam então comprar arvores da floresta.

ONG’S
ALERTA AOS MEMBROS DE ONG’S


Precisamos separar o JOIO DO TRIGO, o que nos queremos defender?

São nossas florestas?

São os índios?

Ë a flora e fauna?


Ou será nossa Soberania

 

Pense nisto temos que conscientizar nossos cidadãos, ficarmos alertas nas políticas adotadas no governo e nos lobistas que manipulam nossos políticos.


De vez estarmos pensando no melhor para nossos filhos e netos não saberemos a dimensão que em um futuro que não sabemos quando vai acontecer, e que hoje escutamos as noticias e só achamos graça.


Ong’s muito cuidado.

Ong's são fortes sim, mais tem “ONG’S” muito mais forte que imaginamos e muitos brasileiros trabalham e tem seus pensamentos voltados para seus conceitos escusos que acreditam que são nossos amigos.


Você tem dúvida?

Então leia e reflita.


Simpósio de Genebra Suíça
Quem esteve nesta reunião e são os mandatários depois que somaram grandes somas de cifras investidas para reunião e direciona-las.

a) Lê Comitê Internacional de la Defense de I’Amazonie.
b) Inter-Amerirican Indian Istitute.
c) The International Ethnical Survival.
d) The International Cultural Survival.
e) Workgroup for indigenous Affairs.
f) The Berna-Geneve Erthnical Institute
g) E por Este Conselho Coordenador.


Comitê Externo:


A. A Amazônia total cuja maior área fica no Brasil, mas compreendendo também parte do território venezuelano, colombiano e peruano, é considerado por nós como PATRIMONIO DA HUMANIDADE. A posse dessa imensa área pelos paises mencionados é meramente circunstancial. Não só por decisão de todos os organismos presentes ao simpósio, como também por decisão filosófica de mais de mil membros que compõem os diversos conselhos de defesa dos índios e do meio ambiente.


Comitê Externo:


B.
É nosso dever defender, prevenir, impedir, lutar, insistir, convencer,enfim, esgotar todos os ecursos que devida ou indevidamente, redundem na defesa, na segurança, na preservação deste imenso território, o dos seres humanos que habitam e que são patrimônio da humanidade e não patrimônio dos paises cujos territórios, pertencentes, dizem – lhes pertencerem.


Comitê Externo:


L.
É nosso dever garantir a preservação de território da Amazônia e de seus habitantes aborígines, para seu desfruto pelas grandes civilizações européias. Cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite critico.


L.

Alínea “C”

Enfatizar o lado humano, sensível das comunicações, permitindo que o objetivo básico permaneça embutido no bojo da comunicação, evitando discussões em torno do tema. No caso dos países abrangidos por estas diretrizes, é preciso levar em consideração a pouca cultura de seus povos, a pouca perspicácia de seus políticos ávidos por votos que a Igreja prometera em abundancia.


L.

Alínea “E”

Educar e ensinar a ler os povos indígenas, em suas línguas maternas, incutindo-lhes coragem, determinação, audácia, valentia e até um pouco de espírito agressivo, para que aprendam a defender os seus direitos. É preciso levar em consideração que os índios destes paises são apáticos, subnutridos e preguiçosos. É preciso que eles vejam o homem branco como um inimigo permanente.

Alínea “F”

É preciso infiltrar missionários e contratados, inclusive não religiosos, em todas as nações indígenas. Aplicar o plano de base das missões que se coaduna com a presente diretriz, dentro do mesmo , a posição do homens todos setores da atividade publicas, é muito importante para viabilizar estas diretrizes.

L.

Alínea “G”

É preciso reunir as associações de antropólogos, sociologia e outras em torno do problema, que tal maneira que sempre necessitemos de assessoria tenhamos estas associações do nosso lado.

Declarações que merecem nosso repudio e alerta do governo e sociedade civil organizadas:

John Major, 1.992 então primeiro ministro da Inglaterra:

“As nações desenvolvidas devem estender o domínio da lei ao que é comum de todo ao mundo. As campanhas ecológicas internacionais que visam a limitação das soberanias nacionais da região amazônica estão deixando a fase propagandística que pode definitivamente, ensejar intervenções militares diretas sobre a região”.

Al Gore, 1.989, vice-presidente dos EUA:

“Ao contrario do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós”.

Mikhail Gobarche, 1.992. Ex- ditador da extinta União Soviética:

“O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos Internacionais competentes.”

François Miterrand, 1.989. então presidente da França.
“O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia.”

Grupo dos Cem. 1.989. Cidade do México.

“Só a internacionalização pode salvar a Amazônia.”


Congresso de ecologistas alemães. 1.990.
“A Amazônia deve ser intocável, pois se constitui no banco de reservas florestais da humanidade.”


Enquête:

Peço a todos internautas que façam seu login. E comente esta notícia.


O que queremos da nossa soberania?


É a soberania Nacional com nossa gerencia
em tudo que se relaciona com o Ecossistema? Isto é indiscutível.

Ou é engessamento amazônico, que nem olhar poderá, deixando na penúria 21 milhões de amazônidas (brasileiros).


Ong’s: Manifeste seu lado de preservacionista que tem no seu coração.
De que lado você está?


Internacionalização sim!
Mandando recursos. Sim! Para preservarmos nossa floresta e tudo que nela vive. Sim!
Principalmente o ser humano que aqui vive, não só os índios.
Asfaltando todas as entradas para escoamento das produções, o qual setor que valha.
Todo este poderiu externo precisa de nossos minérios, precisa de plantas medicinais, de carne e produtos agrícolas para comer, e de madeiras para alta sustentação de suas indústrias moveleiras e casas pré - fabricadas.

Que preservasionismo é este, e de grandes instituições estrangeiras com olhos no futuro como se nossas regiões tivessem poços de petróleo que poderiam ou querem furar um dia, formando um almoxarifado internacional?

Precisamos, sim, ficar de olhos abertos e de vez brigarmos entre nós mesmos, começarmos a fazer leis mais duras com esses que se dizem preocupados com a Floresta Amazônica.

Já que querem nossa riqueza natural, que venham para cá e aqui, sim, construam suas grandes indústrias dando emprego e gerando impostos na nossa pátria.

Com isto, poderão levar somente 20 % “in natura”, no que tange a madeira, ervas medicinais que só aqui encontram pedras preciosas ou minérios para manufaturarem nos seus países.

Paulo VILLAS BÔAS 6
VILLAS-BÔAS Paulo Celso
Presidente da Fundação e Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil.

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A ANCESTRALIDADE DA FAMÍLIA VILLAS BOAS - VILAS BOAS.

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A ANCESTRALIDADE DA FAMÍLIA VILLAS BOAS - VILAS BOAS.

Por: Maria Francisca VILAS BOAS Leffer.

MARIA FRANCISCA VILAS BOAS LAFFER

Possui - Graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (1981); - Graduação em Educação Artística pela Universidade Federal do Paraná (1997); e Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Paraná (2000); Especialização em Artes Plásticas pela Faculdade de Artes do Paraná (1994); - Pedagoga e arte educadora. - Aposentada do padrão da Educação Básica pelo Estado do Paraná. Atualmente é professora adjunta da Universidade Tuiuti do Paraná atuando no Curso de Pedagogia como docente e supervisor de estágio. Nessa mesma Universidade é Supervisora de um Laboratório de Aprendizagem e Recreação, discutindo questões sobre o potencial investigativo da criança, tendo criado a metodologia: "Pedagogia Lúdica Investigativa Mediada". Discute alfabetização científica no contexto escolar, na concepção de que pesquisa se começa na educação infantil. Tem experiência em projetos interdisciplinares. Na área de artes tem estudos em alfabetização estética.

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Essa apresentação foi realizada no III Encontro da Família VILLAS-BÔAS em Cuiabá no mês de setembro de 2017, foi um trabalho incansável investigativo feito pela prima Maria Francisca VILAS BOAS Leffer, que fez uma viagem a Portugal unicamente para realização dessa apresentação, o qual a Fundação VILLAS-BÔAS coloca a disposição de todos os pesquisadores e amantes dessa família que para nós VILLAS-BÔAS nos enche de orgulho por nós pertencermos a esse Clã que fez história, e continua fazendo com ilustres personagens que continuam honrando esse sobrenome.

Paulo Celso VILLAS-BÔAS
Presidente da Expedição e Fundação VILLAS-BÔAS.

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Início da Apresentação. (fotos acervo Profa.  Ms. Maria Francisca)

VEM COMIGO PARA PORTUGAL....... CONHECER EM BARCELOS E AIRÓ A ORIGEM DOS VILLAS- BÔAS - VILAS BOAS - Villasboas - vilasboas.
Diz a História....
Era uma vez...
Uma Família das mais antigas e ilustres de Entre Douro e Minho, no tempo do reinado D. Dinis (1270-1325).
HTTP://www.genealogia.villasboas.nom.br/genearca.html

REGIÃO VISITADA 1

Norte de Portugal

Nesse tempo se acha uma procuração dos Fidalgos de Riba Minho, e nos seus registros, uma assinatura de João Annes de Villasboas. É o primeiro homem que se tem notícia com este sobrenome. Ele é o Genearca da Família, aquele que gerou nosso sobrenome.
Também Senhor da Torre de Ayrô, ou Airó, situado a na freguesia de São Jorge de Ayrô, no termo dessa Vila de Barcelos, que é o Solar dessa Família.

EIS O LOCAL DA TORRE DE AIRÓ.... O SOLAR DOS Vilas Boas

SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 1   SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 2   SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 3

 SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 4   SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 5   SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 6

SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 8   SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 7   SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 9

SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 11   SOLAR DE AIRÓ VILLAS BOAS 10

                                         Fonte: Fotos feito por Maria Francisca Vilas Boas Leffer - Airó-Barcelos-Portugal

 MAS DE ONDE VEM A DESCENDÊNCIA DESSE SOBRENOME?

“A opinião mais seguida, e desse conforma mais, é que este apelido se deduz de um dos dois valorosos irmãos que vieram a este Reino do Estado de Florença na Toscana, um chamado D. Domin-Florentim e outro D. Fernando.”
HTTPS://pt.scribd.com/doc/135829474/gayo-vilasboas-pdf
Esses dois irmãos chegaram a este Reino para servir ao Rei D. Sancho II de Portugal (filho de D. Afonso II) – reinado (1223-1247) nas guerras contra Castela, e militando na Província de Trás-os-Montes fizeram ações de muito valor.
Sancho II era tio de D. Dinis.

GUERRA DE CASTELA VILLAS BOAS 1Guerra contra Castela (Espanha)

O Rei D. Sancho II vendo que duas Vilas haviam sido tomadas na batalha e seu povo sendo massacrado precisava mandar gente para retomá-las. Vendo isso, os dois irmãos Florentinos se oferecem a servir ao Rei pedindo gente para juntos reaver as Vilas.
“E indo com efeito sobre as ditas Vilas as tomaram, e renderam., e vindo ao Rei, lhe disseram = “- Senhor as Vilas já são vossas.” = ao que o Rei respondeu – “- Minhas não!, Por que eu vos faço mercê delas.” = e recusando os dois irmãos aceitá-las, lhe disse o Rei = - “-Aceitai que são Vilas boas" = O que foi o princípio deste apelido, ficando os dois irmãos Florentinos Senhores das ditas Vilas, e sendo depois necessário ao Rei arrasá-las, lhe deu outros bens e rendas em satisfação com jurisdição na Província de Entre Douro e Minho, onde tiveram o Castelo de Penafiel, e os Reguengos (terra dos reis) de Vilas Boas...”

RODOVIA QUE LEVA AO CASTELO 1   CASTELO PENAFIEL 1   CASTELO PENAFIEL 2

CASTELO PENAFIEL 3

                                                                                 Fonte: Fotos feito por Maria Francisca Vilas Boas Leffer. Airó-Barcelos- Portugal


 DEPOIS DA ORIGEM DO NOME - VEM A ORIGEM DAS TERRAS - DOS REGUENGOS.

A ORIGEM DA TORRE DE AIRÓ e da quinta do Solar dos Vilas Boas Região do Minho.

JOÃO ANNES DE VILLASBOAS foi o Senhor da Torre de Ayró, em São Jorge de Ayró. Fidalgo muito distinto. Isso está escrito nos registros do Rei D. Dinis I (1261-1325) – reinado (1279-1325). Filho de D. Afonso III.

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I seminário: Uma Sociedade em Transformação e seus Direitos

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I seminário: Uma Sociedade em Transformação e seus Direitos

A Fundação VILLAS-BÔAS em parceria com a Reitoria, Associação dos Povos Indígenas dos Estudantes da Universidade do Pará-UFPA e LASIPA-Liga Acadêmica de Saude Indígena do Pará, promoverá no dia 16 do mês de agosto, nas dependências da universidade o I seminário: Uma Sociedade em Transformação e seus Direitos.

UMA SOCIEDADE EM TRANSFORMAÇÃO FLAY 2

 

PALESTRANTES:

CIVIL
- Defensoria Pública Estadual 
_Procuradoria Pública Federal
- Delegacia de Polícia de Crimes Discriminatórios
- Polícia Federal

FLORESTAIS

- Ibama
- Ideflor

 

SAÚDE 

- Sesai
- PolíticasPúblicas Estadual
- Psicossocial UFPA
- Genética Humana Médica.


EDUCAÇÃO
- Educação Fundamental nas Aldeias Estado
- Progr. Tutarial Indígena UFPA.
- Antropologia -Pós Graduação.


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