A Hidrocidadania e os resíduos sólidos.

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A Hidrocidadania

                           e os resíduos sólidos.

Tudo é solido como o meu amor

                                                                                                                                                              Guacira quero água pra beber

como a luz do teu olhar

A Pedagogia da Hidrocidadania propõem que a criação e a arte estão presentes naquilo que nós consumimos, e descartamos como lixo ou resíduos. Produzindo um tipo de “arte” num outro sentido que lamentavelmente esgota a natureza, quebra o equilíbrio ambiental prejudica a saúde, e a vida de todos os seres.

Devemos ressaltar a pratica educacional através da água, para uma mudança cultural em prol da biodiversidade (HidroEducAção). Estamos dentro de duas margens temporais, o passado com os pés fincados na trasitorialiedade do presente, com o impulso dos passos projetando-se no futuro imaginado. Estamos presos – em um pretérito do presente do futuro indicativo.

As agruras das águas, para manter a biologia do planeta ativa, de forma fina feroz, e equilibrada, esta sendo posta a prova pelo único animal que teima a não se adequar, a mecânica da natureza.

Como um motorista, que evoca sua prepotência em relação direta a potencia do motor. O direito meta individual, e meta coletivo deve ser evocado, dado a dependência que temos das abelhas, dos pássaros e das arvores. É muito provalmente a gente não enxergue um rio, por causa da água. Sendo assim a água como caldo amniótico, é base passada de sustentação da vida no presente projetamos de forma metódica sua mudança.

Só que uma mudança danosa. Olhar para o futuro é sego e incerto, da forma que olhamos e estamos, somos fruto de um passado destrutivo. A razão só da uma justificativa para o animal usar sua musculatura, no seu instinto mais profundo e ancestral. A emoção perdeu para a razão, a barbárie só se justifica pela voracidade que o animal tem em sobreviver enquanto espécie.

A sofisticação nos leva para uma racionalidade excludente, as classes sociais e os métodos que as criaram. É um modelo arremedado das castas indiana. Sem as proibições sócio-religiosas, aqui é socioeconômica, com estímulos ao consumo e a mudar de classe. Como evitar o conflito se o que vale é a empresa e o individuo?

Relegamos sua importância e relevância no dia-a-dia do planeta, de todos e tudo que nele se encontra. É inquestionável a urgência de utiliza - lá em todos os seguimentos, e mecanismos de ensino torna-se latente a defesa da cultura através da água em prol da biodiversidade. É imprescindível a defesa da Hidrocidadania.

O sistema e suas partes integradas sempre funcionaram como uma grande maquina. Que ao longo dos tempos foi se sofisticando para isso tem e utiliza um exercito que coloca toda sua força criativa ao seu dispor, e parte deste exercito fica na reserva para que nunca lhe falte mão de obra. Desde o nível mais baixo até o que tira o grão de poeira de perto de uma maquina de ultima geração.

Foi à parte mais complicada da preservação foi e é o resto de mão de obra. O que fazer com quem depois de usado não gera renda não tem valor Econômico agregado? O corpo social se move como um zumbi para fazer a máquina funcionar como uma moto continuo. O problema é que o ser humano se torna um produto do meio e como trabalhador tem sua vida útil e mesmo assim não pode ser eliminado vira estorvo social.

Segundo a nossa concepção nem para adubo serve. O que fazer?

Oras não serve mais para nada então quase nada terás a não ser migalhas que leva o nome de aposentadoria. E vira um resíduo nada solido.

Não existe forma de se falar do transporte hídrico que é uma das partes mais afetada quando se fala de saúde não tem jeito é a água e o ar este leva sempre micro gotas à respiração fica complicada quando tem seca no ar.

Exemplo: a cidade onde nasceu a Hidrocidadania Franco da Rocha por causa da grande enchente de 1987.

              CIDADE ÁGUA CHICO CANINDÉ                                                                                                                                                                                                                    Foto-origem-desconhecida                                                                                                                                                            

         Foi depois da catástrofe que nós nos demos conta do que significam garrafas, sofás, latas, televisores, sacolas plásticas, pneus, pilhas, baterias alcalinas, carros, enfim. Uma gama de material que usamos todos os dias de forma comum e sem noção do mal que isso trás. Para a saúde em geral o alerta medico através da defesa civil era que tudo isso afetaria o estado de saúde da população na medida em que ela tivesse contato com a água porque ao hidroassassinarmos os rios poderíamos ter doenças tipo: hepatite, febre tifoide/paratifoide, cólera, disenteria amebiana, ascaridíase, esquistossomose, filariose e etc...

A sopa química que transformamos os rios pela prevalência de resíduos afeta toda a cadeia hidrobiologica, deixando o meio ambiente bastante danificado com seres despreparado biologicamente para viver nele afetando assim toda saúde do espaço hidrosociografico.

As indústrias têm o direito de fabricarem assim como deverias por um código de conduta recolher suas embalagens elas têm a logística para vender seus vasos com seus produtos, mas não tem a devida responsabilidade socioambiental que dizem que tem.

A prática fica muito aquém e o ser comum o vulgo cidadão não tem a devida noção do mal que isso lhe faz.

As normas técnicas estão escritas as leis de proteção ambientais são ótimas, mas seus cumprimentos são para marciano vê o que aliais é no que estamos transformados a terra.

A nossa cultura ainda é de não “educar” para se beneficiar na outra ponta da indústria das doenças estão os grandes laboratórios farmacêuticos. A miséria no Brasil é uma indústria muito poderosa. Primeiro criamos o mal e quando afetados vamos desenvolver uma coisa que cure o mal criado.

Por definição e uma visão sócio ECOnomica pensamos sempre na linha de quem lucra com isso era o que se ouvia nos seminários sobre resíduos sólidos tanto na CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental- NA SVMASP Secretaria do verde e do Meio ambiente de São Paulo ou na CMSP na Cãmara Municipal de São Paulo.

Temos normas e manuais aos montes informação sobre o assunto é o que não falta, mas não temos políticas de estado para uma ação continuada de investimento na “educação”. Nos seminários encontramos sempre as mesmas pessoas, e os resíduos sólidos partes integrantes das falas e propostas de conferencias e mesas redondas vão se acumulando nos nossos rios artérias vitais para todos o sistema industrial econômico e social. Estes ficam relegados ao destino de um prometeu assoreado cada vez mais cheio de entulhos e dejetos de todas as matrizes.

Os meios de produção que gera tais resíduos que antes chamamos de bens de consumo depois de utilizados são jogados foram pois temos como política o consumo e não a conscientização.

Basta olhar a estrutura de um carro ou de um liquidificador de um televisor..., todos os bens produzidos são cada vez mais sofisticados, e frágeis senão a produção não “cresce” da forma supérflua que estamos vendo..., um ex o Brasil é um pais que desperdiça mais madeira no mundo, e destrói trocentos campos de futebol todo ano em florestas isso derne que o Europeu com sua sanha trouxe um estado uma religião e um poder judiciário pronto..., e fabrica móveis para as classe sociais mais “baixas” de restos de madeira prensada como se faltasse madeira.


         Os resíduos sólidos são ex: computadores, automóveis, televisores, aparelhos celulares, eletrodomésticos, etc. Tudo isso é produzido nos centros industriais que ficam ao redor das grandes cidades ao que chamamos de parques industriais. Mas eles só sozinho não temos as escolas domicílios a construção civil escritórios.

A água e o direito ao trabalho através da coleta seletiva na indústria da reciclagem, a este segmento dão o nome de geração de renda.

Trabalhadores que antes já faziam isso pegando lixo nas ruas. Agora o sistema econômico vendo nisso uma fonte de renda e empregando parte da mão de obra antes rejeitada pela sua desqualificação tanto do ponto e vista do mercado de trabalho como ser humanos...

Tratar de fazer uma nova política em aliança com os estados promovendo assim a reintegração socioeconômica do lixo e do ser.

A cadeia de produção funciona com este novo mercado em expansão e este novo trabalhador inserido no mercado de trabalho. (Vejam que em hipótese alguma valorizamos estes homens e mulheres como seres culturais, mas só como trabalhadores e sua grande maioria continua indo para os mesmos botecos tomar sua cachaça para aguentar à parada do outro dia e recolher o nosso lixo).

Para isso as cidades precisam de um plano diretor que leve em conta toda a logística hídrica e social – pois todo o processo precede de água para abastecer a indústria e manter vivos os trabalhadores e os novos coletores de resíduos sólidos afora isso a segurança alimentar moradia e transporte.

Um plano de ação que não leve em conta o gerenciamento da po-Ética da vida, e suas partes interligadas através da água está fadado ao que hoje estamos vendo.

Alguém lembra que tínhamos a admissão ao ginásio? Pois é a educação foi jogada no aterro sanitário do conhecimento depois do golpe militar de 64 apoiados pelos americanos tempos quentes.

Não foi quebrada só a educação como difusora de conhecimento, mas a estrutura da formação intelectual e geradora de conhecimento do país.

Onde temos uma coleta seletiva eficiente? Onde temos uma cidade que seus cidadões praticam isso?

Está na constituição que devemos ter educação ambiental nas escolas. Esta ou não está?

Meu amor meu próximo e grande amor você gosta de música? De poesia? De teatro? De artes? Gosta?

Estes resíduos sólidos podem acabar ferindo seu cérebro isso pode fazer você pensar e isso é deveras perigoso sabia?

Os rios das cidades são depósitos a céu aberto de todo tipo de resíduos sólidos, pois a maioria das nossas cidades falam em educação ambiental, mas não tem isso como norma para virar habito. Tem sim o dia da arvore o dia do meio ambiente o dia disso o dia daquilo a semana disso a semana daquilo.

A situação hidrosociologica já não aguenta mais o lixo que produziu um é jogado na cadeia é lixo humano, o outro e no aterro sanitário. Um polui o meio ambiente, o outro o ambiente social. Quer dizer politicamente um é resíduo biodegradável, mas que da um trabalho danado para a segurança publica. Os resíduos sólidos (lixo) levam décadas ou até séculos para serem decompostos.

Resíduos sólidos e elementos sociais perigosos.

       Vi seres no lixo do restaurante do outro lado da vidraça, mas eu deixei a bateria do meu mais novo celular na caixinha, um é um resíduo sólido muy perigoso outro é um resíduo social um deixa a água tóxica, ou outro eu e você precisa de água boa. O suor fedorento não tão cheiroso como o fraco do desodorante que suprime a transpiração fazendo com que a retenção de liquido possa ser danosa ao organismo.

       Bem parte da minha comida alimenta alguém..., que precisa de um alto teor calórico para viver como um molambo social e perigoso..., a bateria do meu celular, e outros bens tem uma potencialidade química que pode matar rios, mas vão ser reciclados. Já o ser revirador de latas de resíduos domésticos bem..., um pode ir até para o aterro sanitário, o outro para o cemitério..., viu tudo se recicla.

Reciclar é: Transforma o que antes eram coisas que viraram outras. O que antes era algo. Poderemos transforma em algo novo novamente. Preservar para se preservar.

Teu carro já bebeu água limpa hoje?

É camarada na idade mídia a natureza não faz media.


CHICO CANINDÉ 1


Chico Canindé

HIDROCIDADANIA PO-ÉTICA TEATRO D´SÁGUAS on Vimeo

Vídeo para hidrocidadania 2:53

https://vimeo.com › Chico Canindé › Vídeos

30 de jul de 2010

Esta oficina foi feita na quarta colônia do hospital do Juquery em Franco da Rocha com professores da ..

Hidrocidadania em São Paulo (2).flv - YouTube

Vídeo para hidrocidadania 10:00

https://www.youtube.com/watch?v=R6W2P52yU-Y

12 de jul de 2011 - Vídeo enviado por HIDROCIDADANIA

Este video é só um cadinho da ideia que esta amadurecendo para o documentário. Hdirocidadania Brasil.

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Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil sobre duas rodas.

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CAMPANHA NACIONAL / INTERNACIONAL

Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil sobre duas rodas.

Estamos falando com os simpatizantes das ações, e atividades da Fundação VILLAS-BÔAS.

Depois dessa devastadora crise na saúde em âmbito mundial por esse vírus de procedência chinesa, nós da Fundação VILLAS-BÔAS também tivéssemos que nos adequarmos como tantos outros setores da sociedade civil organizada, ou até mesmo o simples cidadão brasileiro.

Quando das nossas ações, fazíamos com núcleo de voluntários multidisciplinares, até mesmo quando necessário para execuções de projetos de curtos, médios, e longos prazos quando aprovados. Não tendo mais como operar essas ações pelas precauções advertidas, e mesmo porque os recursos financeiros não nos permitem ações operacionais de magnitude.

Para tal estamos planejando efetivar um projeto audacioso, onde o seu presidente predispõe em tomar a frente das ações acima mencionadas em uma Expedição sobre duas rodas, como foi sempre desenvolvido para a não estagnação das nossas atividades que foi o primórdio da Fundação denominado projeto nave, e corajosamente dessa iniciativa será plenamente exequível.

Fly Villas Bôas red 2

Então vemos que o Projeto Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil sobre duas rodas, isso acontecerá quando abrandar essa pandemia. Temos a certeza que essa nova forma de missão nos notabilizará, e faremos com muito orgulho, pois se trata de um trabalho sério dentro dessa proposição, sem equipes presenciais, mas a distância, com todo o seu estafe; Estaremos nas comunidades indígenas em nível nacional que nos procurar para visitas “in-loco”, as quais demandas houver, sendo que nossa propositura será suas mudanças comportamentais no âmbito econômico que é o que todos que já produzem não só para consumo de sua população como no passado, e sim como visão que já existem muitas etnias prosperando com tecnologia, e escoamento de suas produções, hoje inúmeras famílias são respeitadas como uma sociedade civil em terras demarcadas, e mesmo os que ainda estão em tramitação com avaliações de estudos antropológicos continuam a fazer sua agricultura milenar, estudos de ervas farmacêuticas, piscicultura, e outras inúmeras atividades que podem sim melhorar suas rendas coletivas, e ajudar a abastecer não só as cidades vizinhas as suas terras, o Estado, e até mesmo exportarem com selo verde.

Abaixo expomos as regras para que você admirador dos nossos trabalhos ajudarem com parcerias para realização desse projeto.  

COMO TORNAR-SE UM PARCEIRO E POR QUÊ?

Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil sobre duas rodas.

                                     

DEFINIÇÃO

Para podermos atingir os nossos objetivos, e prover os melhores projetos de maior relevância para o país no que tange ao socioambiental, a Fundação VILLAS-BÔAS, na pessoa do seu presidente Paulo Celso VILLAS-BÔAS está premeditando uma tournée, quando abrandar essa pandemia, em todo nosso país denominada Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil sobre duas rodas, onde visitará várias cidades, e comunidades indígenas, o quer que hajam demandas.

 

Esse audacioso projeto foi desmembrado do projeto principal nave da FVB que era rodar o país por 8 anos em um barco cientifico, e um ônibus no qual iríamos levar profissionais multidisciplinares. Temos a visão que nos notabilizará, e nos dará muito orgulho, pois é um trabalho sério, responsável, e de grande valia para os que são considerados invisíveis, em seus desígnios, e carências. Para tal essa Fundação está contando com grupo de empresas parceiras para compartilhar a idéia que o futuro do Brasil está no empreendedorismo.

Serão elaboradas propostas para solução dos paradigmas apresentados, e também outras propostas para formação destes co-irmãos indígenas visitados para que hajam mudanças comportamentais, sem entretanto ferirem as suas culturas milenares, e as suas identidades, que respeitosamente serão preservadas.

Concomitantemente será mostrado nessas viagens tanto nas estradas, nos rincões, ou cidades visitadas, seus pontos que possam enaltecer o que é a natureza, juntamente com povos que a exploram com dignidade positivando assim o quanto é belo o nosso país.

É com esses objetivos, e positivismo em buscas de soluções para que o olhar de quem vá nos acompanhar (em vídeos, e mídias sociais), pois de contratempos, hesitações, estamos na sua exaustão máxima.

Patrocinadores do projeto, e eventos organizados pela

Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil sobre duas rodas;

 

Os parceiros são pessoas físicas ou jurídicas que contribuem com o Projeto Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil sobre duas rodas de forma: mensal, trimestral, semestral, ou anual, destinado ao desenvolvimento das ações e objetivos do projeto.

Patrocinadores segmentados divididos em categorias (Premium, Platinum / Ouro / Prata, e bronze)

As modalidades assim divididas:

PESSOAS FÍSICAS

Individual: (modalidade Bronze): A quantia de R$. 100,00 ou qual quantia que se disponibilizar no momento, para mais, ou para menos, (de acordo com sua possibilidade) também não sendo uma obrigatoriedade.

JURÍDICAS

EMPRESÁRIAL:

  • Trimestral (modalidade prata): R$. 4.500,00 (quatro mil e quinhentos reais)
  • Á vista R$. 4.050,00 (Quatro mil e cinquenta reais)
  • Crédito, ou 3 parcelas de R$. 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais) mensais.
  • Semestral (modalidade Ouro): R$. 7.200,00 (Sete mil e duzentos reais)
  • Á vista R$. 6.480,00 (Seis mil quatrocentos e oitenta reais)
  • Crédito, ou 6 parcelas de R$. 1.200,00 (hum mil e duzentos reais) mensais.
  • Anual (modalidade Premium): R$. R$. 11.520,00 (Onze mil quinhentos e vinte reais)
  • Á vista R$. 10.368,00 (Dez mil trezentos e sessenta e oito reais)
  • Crédito, ou 12 parcelas de R$. 960,00 (Novecentos e sessenta reais) mensais.
  • (Modalidade Platinum) São os parceiros que patrocinam todos os tipos necessários de equipamentos para motocicleta, ou matérias de proteção do motociclista. Ex: alfoger’s, capacetes, câmaras de filmagem, fotográficas, sissi bar, sistema elétricos, e eletrônicos, pneus, macacões personalizados, roupas de viagens, luvas, botas, jaquetas, etc. com subsídios para manutenção dos equipamentos;
    • (Mantenedores 1, 2) As empresas que financiarem o projeto com valores acima de R$. 50.000,00 (cinquenta mil reais), / R$. 100.000,00 (cem mil reais), com a prerrogativa de repasse fiscal abatidos do seu imposto de renda conforme lei.

Formalizados mediante assinatura do Termo de Adesão, e terá direito aos seguintes benefícios em ser um parceiro da Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil sobre duas rodas:

Contra partida com benefícios a seguir:

  • - Em todo o percurso da Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil sobre duas rodas serão feitos vídeos em cada etapa vencida, ou por capítulos, no final do vídeo constará as logomarcas dos parceiros com ressalvas de agradecimentos, e haverá ampla divulgação no nosso canal do You Tube.
  • - Logomarca inserida em todo material impresso de divulgação dos eventos exclusivos que houver nas cidades visitadas, ou nas comunidades indígenas que serão filmadas com menção dos patrocinadores;
  • Postagem da sua logomarca enquanto durar a parceria no Portal da Fundação VILLAS-BÔAS, bem como constará na divulgação de todas as mídias sociais enaltecendo essa parceria;
  • - Caso haja interesse de participação das ações (eventos) nas comunidades, e cidades visitadas, poderão ofertar seus produtos promocionais para interatividade das comunidades indígenas, ou onde houver as atividades (cidades), para tal disponibilizará o material de divulgação, (banner/ faixas, e produtos, os parceiros terão um prazo de preparo de 30 dias antes dessa realização;
  • - A empresa receberá um Certificado de Parceiro para sua divulgação;
  • - Enquanto durar a parceria a empresa terá o direito a divulgação em seus materiais promocionais para sua clientela da melhor forma que quiser, em impressos, ou mídias digitais como parceira de projetos socioambientais, com direito de usar a imagem da Expedição, respeitando as regras de uso da Marca da Fundação VILLAS-BÔAS estabelecido em convênio;
  • - Em nosso portal poderá constatar clicando para fazer o download das nossas parcerias detalhadas.

MANTENEDORES

ü  Mantenedor 1: Terão destaque em todos os itens anteriores, bem como sua logomarca estará nas indumentárias do motociclista.

ü  Mantenedor 2: Terão destaques em todos os itens anteriores, bem como sua logomarca estará nas indumentárias, e capacete do motociclista.

 

REFLEXÃO

Isaac Newton, o grande físico nos ensina que toda ação gera uma reação.

Desta forma, a marca atrelada gera um retorno, e uma repercussão positiva para as “empresas que fazem doações para projetos sociais.”

É dessa forma que as pessoas físicas, e jurídicas são justamente formadas “por” e “para” indivíduos que compartilham com esse elo do bem.

 

1 ESCUDO 1

 

Certificado Leandro 

    

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Plano para privatizar a Amazônia

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Em outubro de 2006 eu publiquei esse editorial.
A cada ano que passa ele fica mais atual, pois naquela época me chamavam que estava desvairando, pois eu alertava em relação ao que o grande sertanista Orlando VILLAS-BÔAS propagou antes mesmo da sua morte em 2002, onde tem um vídeo famoso que corre no youtube.
Somos sabedores das pretensões não só da Inglaterra, como hoje dos franceses, canadenses, franceses, como também os japoneses.
As lideranças indígenas que ainda escutam, venho alertando do grande golpe que estão a sofrer, onde essas ONG’s estrangeiras os fazem de marionetes incitam para que eles tenham mais ódios do atual governo, para interesses que não são mais escusos.


VILLAS-BÔAS – Paulo Celso
01 de fevereiro de 2020

GOVERNO INGLÊS DIVULGA PLANO PARA
PRIVATIZAR A AMAZÔNIA.

Fonte: Folha de São Paulo – 03/10/2006.

O governo inglês, por meio de David Miliband, secretário do Meio Ambiente britânico, divulgou na semana passada no México um plano para transformar a floresta amazônica em uma grande área privada. O anuncio foi feito em um encontro realizado na cidade de Monterrey, segundo informou o jornal “Daily Telegraph”. O evento reuniu os governos dos 20 PAÍSES MAIS POLUIDORES DO MUNDO.


A proposta inglesa, que conta com o aval do primeiro ministro Tony Blair, visa proteger a floresta, segundo Miliband. O próprio político admitiu que a idéia esta em seu estágio inicial e que será preciso discutir as questões de soberania da região com o Brasil. O plano prevê que uma grande área da Amazônia passaria a ser administrada por um consorcio internacional.


Grupos ou mesmo pessoas físicas poderiam então comprar arvores da floresta.

ONG’S
ALERTA AOS MEMBROS DE ONG’S


Precisamos separar o JOIO DO TRIGO, o que nos queremos defender?

São nossas florestas?

São os índios?

Ë a flora e fauna?


Ou será nossa Soberania

 

Pense nisto temos que conscientizar nossos cidadãos, ficarmos alertas nas políticas adotadas no governo e nos lobistas que manipulam nossos políticos.


De vez estarmos pensando no melhor para nossos filhos e netos não saberemos a dimensão que em um futuro que não sabemos quando vai acontecer, e que hoje escutamos as noticias e só achamos graça.


Ong’s muito cuidado.

Ong's são fortes sim, mais tem “ONG’S” muito mais forte que imaginamos e muitos brasileiros trabalham e tem seus pensamentos voltados para seus conceitos escusos que acreditam que são nossos amigos.


Você tem dúvida?

Então leia e reflita.


Simpósio de Genebra Suíça
Quem esteve nesta reunião e são os mandatários depois que somaram grandes somas de cifras investidas para reunião e direciona-las.

a) Lê Comitê Internacional de la Defense de I’Amazonie.
b) Inter-Amerirican Indian Istitute.
c) The International Ethnical Survival.
d) The International Cultural Survival.
e) Workgroup for indigenous Affairs.
f) The Berna-Geneve Erthnical Institute
g) E por Este Conselho Coordenador.


Comitê Externo:


A. A Amazônia total cuja maior área fica no Brasil, mas compreendendo também parte do território venezuelano, colombiano e peruano, é considerado por nós como PATRIMONIO DA HUMANIDADE. A posse dessa imensa área pelos paises mencionados é meramente circunstancial. Não só por decisão de todos os organismos presentes ao simpósio, como também por decisão filosófica de mais de mil membros que compõem os diversos conselhos de defesa dos índios e do meio ambiente.


Comitê Externo:


B.
É nosso dever defender, prevenir, impedir, lutar, insistir, convencer,enfim, esgotar todos os ecursos que devida ou indevidamente, redundem na defesa, na segurança, na preservação deste imenso território, o dos seres humanos que habitam e que são patrimônio da humanidade e não patrimônio dos paises cujos territórios, pertencentes, dizem – lhes pertencerem.


Comitê Externo:


L.
É nosso dever garantir a preservação de território da Amazônia e de seus habitantes aborígines, para seu desfruto pelas grandes civilizações européias. Cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite critico.


L.

Alínea “C”

Enfatizar o lado humano, sensível das comunicações, permitindo que o objetivo básico permaneça embutido no bojo da comunicação, evitando discussões em torno do tema. No caso dos países abrangidos por estas diretrizes, é preciso levar em consideração a pouca cultura de seus povos, a pouca perspicácia de seus políticos ávidos por votos que a Igreja prometera em abundancia.


L.

Alínea “E”

Educar e ensinar a ler os povos indígenas, em suas línguas maternas, incutindo-lhes coragem, determinação, audácia, valentia e até um pouco de espírito agressivo, para que aprendam a defender os seus direitos. É preciso levar em consideração que os índios destes paises são apáticos, subnutridos e preguiçosos. É preciso que eles vejam o homem branco como um inimigo permanente.

Alínea “F”

É preciso infiltrar missionários e contratados, inclusive não religiosos, em todas as nações indígenas. Aplicar o plano de base das missões que se coaduna com a presente diretriz, dentro do mesmo , a posição do homens todos setores da atividade publicas, é muito importante para viabilizar estas diretrizes.

L.

Alínea “G”

É preciso reunir as associações de antropólogos, sociologia e outras em torno do problema, que tal maneira que sempre necessitemos de assessoria tenhamos estas associações do nosso lado.

Declarações que merecem nosso repudio e alerta do governo e sociedade civil organizadas:

John Major, 1.992 então primeiro ministro da Inglaterra:

“As nações desenvolvidas devem estender o domínio da lei ao que é comum de todo ao mundo. As campanhas ecológicas internacionais que visam a limitação das soberanias nacionais da região amazônica estão deixando a fase propagandística que pode definitivamente, ensejar intervenções militares diretas sobre a região”.

Al Gore, 1.989, vice-presidente dos EUA:

“Ao contrario do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós”.

Mikhail Gobarche, 1.992. Ex- ditador da extinta União Soviética:

“O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos Internacionais competentes.”

François Miterrand, 1.989. então presidente da França.
“O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia.”

Grupo dos Cem. 1.989. Cidade do México.

“Só a internacionalização pode salvar a Amazônia.”


Congresso de ecologistas alemães. 1.990.
“A Amazônia deve ser intocável, pois se constitui no banco de reservas florestais da humanidade.”


Enquête:

Peço a todos internautas que façam seu login. E comente esta notícia.


O que queremos da nossa soberania?


É a soberania Nacional com nossa gerencia
em tudo que se relaciona com o Ecossistema? Isto é indiscutível.

Ou é engessamento amazônico, que nem olhar poderá, deixando na penúria 21 milhões de amazônidas (brasileiros).


Ong’s: Manifeste seu lado de preservacionista que tem no seu coração.
De que lado você está?


Internacionalização sim!
Mandando recursos. Sim! Para preservarmos nossa floresta e tudo que nela vive. Sim!
Principalmente o ser humano que aqui vive, não só os índios.
Asfaltando todas as entradas para escoamento das produções, o qual setor que valha.
Todo este poderiu externo precisa de nossos minérios, precisa de plantas medicinais, de carne e produtos agrícolas para comer, e de madeiras para alta sustentação de suas indústrias moveleiras e casas pré - fabricadas.

Que preservasionismo é este, e de grandes instituições estrangeiras com olhos no futuro como se nossas regiões tivessem poços de petróleo que poderiam ou querem furar um dia, formando um almoxarifado internacional?

Precisamos, sim, ficar de olhos abertos e de vez brigarmos entre nós mesmos, começarmos a fazer leis mais duras com esses que se dizem preocupados com a Floresta Amazônica.

Já que querem nossa riqueza natural, que venham para cá e aqui, sim, construam suas grandes indústrias dando emprego e gerando impostos na nossa pátria.

Com isto, poderão levar somente 20 % “in natura”, no que tange a madeira, ervas medicinais que só aqui encontram pedras preciosas ou minérios para manufaturarem nos seus países.

Paulo VILLAS BÔAS 6
VILLAS-BÔAS Paulo Celso
Presidente da Fundação e Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil.

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